Literatura

Resenha: Por Trás da Máscara — Flavio Morgenstern

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Resenha: Por Trás da Máscara — Flavio Morgenstern

O ano de 2013 foi bastante conturbado no Brasil. Tivemos o maior movimento de massa de nossa história. Algo que começou com uma revolta contra o aumento de 20 centavos na passagem de ônibus, se desdobrou para pautas cada vez mais abrangentes e genéricas, colocando milhões e milhões de brasileiros na rua em vários estados.

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Livros para o começo do ano/férias

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Livros para o começo do ano/férias

Os livros são ótimas companhias para passar o tempo, por isso fizemos uma lista para começar bem o ano de 2016 e fechar as férias com chave de ouro.

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Precisamos Falar sobre Diogo Mainardi

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Precisamos Falar sobre Diogo Mainardi

Diogo Mainardi pode se gabar de ser o jornalista vivo mais odiado pela esquerda brasileira. Em uma época em que a grande massa e a imprensa se iludiam com o aumento nos preços das commodities, lá estava ele afirmando o exato oposto.

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Um jeito simples de contar a vida

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Um jeito simples de contar a vida

O brasileiro cabe dentro de uma crônica. Não existe gênero literário melhor para definir o brasileiro. Somos espirituosos, debochados, irônicos. Em nosso sangue corre a galhofa. Não importa se um é gaúcho churrasqueiro, um carioca sambista, um baiano preguiçoso ou qualquer outro estereótipo.

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O que achei de “O Demonologista”

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O que achei de “O Demonologista”

Recentemente terminei de ler o livro O Demonologista, de Andrew Pyper, já considerado um best seller e lançado no Brasil pela editora Darkside. A arte da capa já chama a atenção pelos detalhes: o artista fez com que parecesse um livro semelhante a uma bíblia avermelhada, com a lateral “gasta” para dar um ar de livro velho, daqueles que ficam guardados e intocáveis no fundo das estantes.

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Velhice e morte: dois dramas presentes em Tom King e
Santiago

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Velhice e morte: dois dramas presentes em Tom King e <br />Santiago

Grandes livros são aqueles capazes de sobreviverem ao seu tempo. São obras que não precisam de justificativa ou de contexto para existir. Hoje, ou daqui a 100 anos, os clássicos ainda serão lembrados, principalmente, por um motivo: foram livros capazes de captar a alma humana.

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