Retrospectiva Política 2015 – FeedBack Magazine – Parte 2

Retrospectiva Política 2015 – FeedBack Magazine – Parte 2

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N. do E.: Eis a segunda e última parte da retrospectiva política da FeedBack Magazine. Para quem perdeu a primeira parte, basta clicar aqui. Boa leitura!

 
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Discursos de Dilma

 

A rainha de falar por anacolutos e pontificar sobre o que não entende. Aquela que defende diálogo com os assassinos impiedosos, degoladores, infanticidas, estupradores, e escravagistas do Estado Islâmico. Tudo isso em plena sessão das Nações Unidas, com o planeta inteiro assistindo. Nossa governanta nos presenteou com o que realmente ficará para a História de seu tempo na presidência – além do estrago econômico, obviamente:

 

1 - Em discurso dedicado a cumprimentar as autoridades presentes na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, em 23 de junho, Dilma mandou brasa: “Temos a mandioca e aqui nós estamos e, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu tô saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil” (sic);

 

2 – Não satisfeita, no mesmo discurso, quero crer que de improviso: “Então, para mim, essa bola é o simbolo da nossa evolução, quando nós criamos uma bola dessas, nos transformamos em Homo sapiens ou mulheres sapiens” (sic);
 

Link Youtube | Dilma Roussef e a “Mulher Sapiens”

 

3 – No fim de setembro, em passagem pela sede da ONU, não se fez de rogada e sugeriu até mesmo novas modalidades energéticas: “Até agora a energia hidrelétrica é a mais barata em termos do que ela dura da sua manutenção e também pelo fato da água ser gratuita, e da gente poder estocar. O vento podia ser isso também. Mas você não conseguiu ainda tecnologia para estocar vento. Então, se a contribuição dos outros países, vamos supor que seja desenvolver tecnologia que seja capaz de, na eólica, seja capaz de estocar, tenha uma forma de você estocar, porque o vento, ele é diferente em horas do dia. Então vamos supor que vente mais na hora da noite. Como é que eu faria para estocar isso?” (sic);

 

4 – Em agosto, reafirmando seu compromisso e dedicação, diz que trabalhará “diuturna e noturnamente” (sic);

 

Link Youtube | Dilma diuturna e noturnamente

 

5 – Em viagem ao México, faz um samba do crioulo doido falando da cidade de Chichén Itzá: “A nossa população indígena não estava nesse nível de desenvolvimento. A mesma coisa o inca, não é? Mas lá é mais, era mais avançada, a mais avançada de todas. E não era asteca, não é? Eles não sabem, eles chamam de Tolteca, Olmeca” (sic).

 

Acontece que a cidade não é asteca, nem tolteca, tampouco olmeca. É maia. Além do mais, os olmecas viveram entre 1.500 e 400 antes de Cristo. Já os toltecas, do século X ao século XII depois de Cristo. Mas essa vamos colocar na conta da assessoria.

 

Pedaladas Fiscais

 

Em 7 de outubro, o TCU rejeita por unanimidade (fato inédito na história da República) as contas de 2014 da gestão Dilma Rousseff.

 

Quando maquia as contas públicas, o governo brasileiro descumpre a Lei de Responsabilidade Fiscal, gasta onde não lhe foi permitido em orçamento aprovado no Parlamento e turbina programas sociais (como o FIES, que teve o triplo de gastos em ano eleitoral, comparado aos três anos anteriores). Além de alimentar o estelionato eleitoral, gastar com o que não lhe foi permitido, ocorreu a disseminação da versão de que governos anteriores haviam feito o mesmo e só Dilma estava sendo perseguida. O procurador do TCU, Júlio Marcelo de Oliveira, em entrevista para a BBC, desmente a narrativa oficialista, repetida aqui e ali por toda a sorte de bem pensantes:
 

BBC Brasil – Mas as pedaladas já tinham sido usadas antes em volumes menores, esporadicamente, não?

 

Oliveira – Não, não mesmo. Você tem uma carga de suprimentos (dinheiro) para pagar benefícios, recursos que o Tesouro Nacional manda para a Caixa. Por exemplo, esse mês vamos pagar R$ 500 milhões de seguro-desemprego, que é uma estimativa (de quanto será necessário) segundo a série histórica (de pagamentos desse benefício). Chega o dia de pagar os benefícios. Se naquele dia aparecerem pessoas para sacar R$ 505 milhões, a Caixa não vai fechar o guichê às 15h40 e dizer que não tem dinheiro. Ela paga, no dia seguinte ela comunica ao Tesouro, o Tesouro repõe o valor. É uma coisa imediata. Não é uma coisa que o governo possa ficar usando como empréstimo.

 

O que aconteceu, a partir de meados de 2013 e ainda em 2014 inteiro, é que o governo não mandava os R$ 500 milhões. A Caixa pagava tudo e o governo ficava estão usando os R$ 500 milhões que tinha que mandar pra lá em outros programas que ele queria turbinar, sem ter dinheiro para isso, sem ter arrecadação suficiente.

 

Terrorismo na França, Síria e o Islã Escatológico

 

Em 7 de janeiro, terroristas islâmicos invadem a redação do jornal satírico Charlie Hedbo, deixando 12 pessoas mortas e ferindo outras cinco gravemente. O resultado, lastimável, começa com a relativização da culpa, colocando as vítimas como cientes do risco de vida por terem feito… piada.

 

Líderes mundiais dão os braços contra o terrorismo islâmico

Líderes mundiais dão os braços contra o terrorismo islâmico

 

Aqueles que relativizaram, que acharam que uma caminhada de líderes (como se os alvos de protestos, de cartazes je suis Charlie, fossem pessoas ciosas de suas imagens públicas) seria suficiente ou os eternos autores de textões na internet, não foram chamados à confrontar suas opiniões quando Paris foi alvo de um segundo ataque, deixando mais de uma centena de vítimas e famílias destroçadas. O choque com a realidade não precisaria ter ocorrido caso, em vez de palpitariado instrumentalizado em agenda e preconceitos ideológicos, tivesse sido transformado em ações práticas em prol da segurança do povo francês, tal qual agora ocorre.

 

Entretanto, para somar insulto à injúria, mais de um milhão de refugiados dos conflitos na Síria, que se arrastam por anos, carregaram entre os seus, uma multidão de novos terroristas que aguardam oportunidade. A Europa está sitiada, tanto por invasores que contribuem com o Islã escatológico, aquele da hégira, quanto por assassinos desumanos, como por um país mental dominado pela narrativa que não lança luz sobre a realidade e tenta encaixotar todos os eventos em seus pré-concebidos delírios contra a civilização ocidental – culpada a priori de todos os problemas com os quais mesmo travou contato. Intelectuais deliram e pessoas morrem.

 

Eleições na América

 

Os Estados Unidos vivem seu período pré-prévias, que se inicia em fevereiro de 2016, em Iowa. A arena eleitoral está montada desde 2013 pela militância do partido Democrata, envolvendo duas narrativas:

 

- War on Women, sobre o histórico gap de salários entre os sexos, oriundo, segundo esta versão, de uma injustiça estrutural contra as mulheres. Um momento histórico convergiria para colocar uma mulher na Casa Branca (Hillary Clinton) pronta para corrigir esse problema provocado por machistas reacionários republicanos.

 

- Na mesma toada, o Black Lives Matter, um movimento que ameaça sair do controle, traz em seu bojo a necessidade de que seja eleito um partido mais “humanista”, que se preocupe com a vida dos pobres e negros, algo que o Partido Republicano não é, segundo essa propaganda.

 

Donald Trump, amado e odiado na mesma proporção

Donald Trump, amado e odiado na mesma proporção

 

Enquanto isso, por outro lado, os republicanos se batem pela indicação, que conta com o fenômeno Donald Trump. Importante ser destacado que há uma disputa, tal qual como em 1964, pela alma do partido. Representantes do establishment do GOP, principalmente na figura de Jeb Bush, Carly Fiorina (ainda que uma outsider) e agora Marco Rubio, recém adotado pela executiva do partido, perdem espaço para os conservadores e anti-establishment como o próprio Trump (mais anti-establishment que conservador) e Ted Cruz, senador pelo Texas (mais conservador que anti-establishment).

 

Já foi professado explicitamente por republicanos que a executiva julga mais importante deter Trump do que vencer Hillary (para que não percam controle do partido). Então, a meu juízo, os delegados sobre quem tenham mais influência, serão direcionados ao senador texano, caso Marco Rubio perca ainda mais folego até o esquentar das primárias.

 

Voto Impresso e Eleições Bolivarianas

 

Em julho, foi aprovado projeto de lei do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) que institui o voto impresso, através do qual as urnas eletrônicas terão de emitir um recibo que poderá ser comparado pelo eleitor e depositado em uma urna onde, eventualmente, em caso de recontagem, poderá ser checado. A votação foi brutal: 433 a favor e apenas 7 contra.

 

Dilma vetou, fazendo digressões sobre custos eleitorais, apoiada por ministros do STF, que fariam melhor se largassem a toga e buscassem o debate público nos partidos, se quiserem legislar. Entretanto, em 18 de novembro, a Câmara derrubou o veto presidencial.

 

Não sendo auditáveis, as urnas eletrônicas da Smartmatic utilizadas nas eleições brasileiras (a mesma empresa fornecedora para países da “irmandade bolivariana”), precisam de um mecanismo de checagem. Logo, a população clama pela aprovação no Senado dessa medida.

 

Como na Argentina a maior parte dos votos ainda é feito manualmente, após 12 anos de kirchnerismo, Maurício Macri, segundo colocado no primeiro turno e vencedor no segundo, acena ao livre mercado, ao fim da lei de censura da imprensa, à busca de participar do Acordo Transpacífico, além de questionar a presença da Venezuela no Mercosul. Um sopro de ar fresco no bloco, onde ditaduras e proto-ditaduras protegiam desmandos umas das outras em nome de governos ditos populares.

 

Posse de Mauricio Macri

Posse de Mauricio Macri

 

Já na Venezuela, país que se tornou uma prova moral para a esquerda brasileira, as eleições legislativas de 6 de dezembro terminaram com vitória ampla da oposição (ainda sob risco devido ao aparelhamento judiciário e militar), ilustrando de melhor modo a importância do voto impresso e da fiscalização eleitoral. Na narrativa de Graça Salgueiro:

 

Nessas eleições a MUD agiu de forma totalmente distinta das outras vezes, pois entendeu que denunciar as sucessivas e grosseiras fraudes não surtia o menor efeito, uma vez que todas as instâncias jurídicas do país foram sequestradas pelo governo ilegítimo, além de serem referendadas por organismos internacionais como a OEA e o Centro Carter. Então, decidiram impedir que as fraudes fossem cometidas: primeiro, criaram o plano “Canta Claro” de inteligência eleitoral, onde 7.000 eleitores foram treinados para atuar em 4.500 centros de votação como garantidores da transparência do processo eleitoral, e depois, instalaram 1.600 bloqueadores de celular nos locais de votação, impedindo que a militância pudesse realizar a fraude se comunicando com os comandos externos.

 

Movimento Editorial

 

Como nem tudo são más notícias, o movimento editorial teve produtos de enorme relevância em 2015. Conservadores e, principalmente, liberais passaram anos relegados aos temas econômicos, tratados no ambiente cultural como correntes pouco “humanistas”, de pouco estofo intelectual e sem muito a dizer entre as classes falantes, academia e formação do imaginário popular. 2015 viu a crítica literária (Martim Vasques da Cunha – A Poeira da Glória), a sociologia (Bruno Garschagen – Pare de Acreditar no Governo) e a ciência política (Flávio Morgenstern – Por Trás da Máscara) ganharam obras que são verdadeiras preciosidades quando comparadas ao palpitariado com agenda que infesta o debate público universitário e jornalístico.

 

Por Trás da Máscara - Flávio Morgenstern

Por Trás da Máscara – Flávio Morgenstern

 

Ainda que considere o livro de Garschagen como o de maior importância geral, por ser um tema que lida com a dinâmica do cidadão com o Estado, tem linguagem acessível e de importância primeira na formação da consciência eleitoral, para um gosto pessoal, Por Trás da Máscara foi o que mais gostei de ler. O livro trata dos movimentos de massa, sua instrumentalização e consequências, utilizando os protestos de junho de 2013 como exemplo próximo e ilustrativo. A epígrafe do livro, citação de José Ortega y Gasset, fala muito do que é abordado:

 

“Como (as massas) não veem nas vantagens da civilização um invento e uma construção prodigiosos, que só com grandes esforços e cautelas se podem sustentar, creem que seu papel se reduz a exigi-las peremptoriamente, como se fossem direitos nativos. Nas agitações provocadas pela escassez, as massas populares costumam procurar pão, e o meio que empregam costuma ser o de destruir as padarias.”

 

O Financiamento da Imprensa e O Antagonista

 

No momento em que a imprensa enfrenta, perplexa, as transformações na dinâmica da comunicação, “invadida” pelas redes sociais e mídias alternativas, também não percebe que parte de sua asfixia econômica consta na abordagem carregada de conceitos pré-definidos – visão que só existe entre jornalistas e academia, apartada do que a população concreta pensa e quer.

 

Esse país mental também “teceu a corda com que o governo a enforca” ao apoiar a censura a anúncios privados, tal qual brinquedos, doces, cigarros, bebidas etc. Tudo em nome de proteger o cidadão dele mesmo. Agora, dependente dos patrocínios do governo e estatais, “se comportar” não é só mais uma questão de ideologia.

 

Nesse meio, no dia 1º de janeiro de 2015, surge O Antagonista, com um jornalismo extremamente vivo, dinâmico e direto. Nada poderia ser mais salutar que o retorno de Diogo Mainardi para o noticiário, ainda mais sendo diário e mais mordaz que dos tempos da Veja. Segundo o mesmo e seus companheiros de jornal (Mario Sabino, ex-editor de Veja e Claudio Dantas, ex-repórter da Istoé):

 

“Encerramos 2015 com 80 milhões de páginas visitadas por mês – quase um Estadão – e 3 milhões de leitores únicos”.

 

Vivas. Quem tenha olhos que enxergue.

 

Textão do Ano

 

A maravilha da internet trouxe a oportunidade de contar com um sem fim de articulistas, então anônimos, para que alguém, com tempo e interesse, pudesse aprender alguma coisa (ou passar raiva). Nos mais de mil que devo ter lido e compartilhado em 2015, não foi de Alexandre Borges, do professor Olavo (ainda que ele não devesse concorrer), ou de João Pereira Coutinho, Luiz Felipe Pondé, do pessoal do Instituto Liberal como Rodrigo Constantino ou Lucas Berlanza. Também não foi de Reinaldo Azevedo. Fernão Lara Mesquita esteve perto e o texto Dostoieviski e o PT liderou minha preferência até pouco tempo.

 

Entretanto, o textão de 2015 foi, a meu juízo, Uma Visita à Casa do Greg, de Elton Mesquita, que até então eu não conhecia.

 

Uma Visita à Casa do Greg

Uma Visita à Casa do Greg

 

O textão (no rigor do termo) retrata maravilhosamente essa figura de hubris opinativa que encarna tão bem o “intelectual gramsciano”, aquele aglomerado de hábitos e expectativas, inconscientes ou semiconscientes, que governa o dia a dia do cidadão e orienta o senso comum. O conceito elástico de intelectual serve para que esses seres vazios de substância verdadeiramente intelectual ajudem na mudança de direção do eixo de conduta. O estatuto é barateado, já não custando grande aquisição de conhecimentos, apenas o contágio passivo de crenças, um vocabulário comum e cacoetes distintivos.

 

Leiam! O texto lhes garantirá bons minutos de instrução e diversão.

 

Parlamentar 2015

 

Como atuação parlamentar destaque de 2015, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) na CPI da Petrobrás:

 

Link Youtube | Onyx Lorenzoni CPI da Petrobras

 

A Economia – O Ajuste Fiscal que não Ocorreu e a Saída de Levy

 

Em dezembro de 2014, assim que o novo ministro da Economia foi anunciado, Rubem Novaes publicou carta aberta a Joaquim Levy. Atentando nesse documento público para, infelizmente, tudo o que viria acontecer. Levy chegava para uma atuação teatral. Seria uma âncora decorativa para os termômetros do mercado, mas não teria liberdade de atuação.

 

O governo perdulário, que passou nove dos 12 anos que governou o país aumentando gastos acima do índice arrecadatório, faria dele a imagem de um “homem tesoura” ortodoxo que, na verdade, virou um sabujo farejando novas fontes de receitas. Se alguém tiver que apertar o cinto, que seja a população pagadora de impostos. Não o governo. Governo este que aumentou em 10,8% seus gastos enquanto a produção recua cerca de 4%. Faça as contas do déficit.

 

Um governo que se financiava no mercado (esse mesmo mercado que, em discurso balofo ideológico, demoniza) emitindo títulos da dívida pública a 11, 12%, e emprestando a 5, 6%. Ora, de onde acredita-se que sairá essa diferença de 5, 6, 7%? Do dinheiro de impostos.

 

Quando apostou no ciclo do consumo, aumentando a dívida pública, que encontrou na casa dos R$ 800 bilhões, para próximo dos R$ 3 trilhões, o governo cleptopetista demonstra como existe algo muito pior do que o roubo: a gestão perdulária e de ideologia rombuda.

 

Só em represamento do preço da gasolina, a Petrobras teve R$ 80 bilhões em prejuízo de caixa, esfarelando a maior empresa do país e seus acionistas. Quando realizou swaps cambiais para segurar o preço do dólar, outros R$ 100 bilhões. Ao baixar o preço da energia elétrica na marra, R$ 20 bilhões só em 2015.

 

E para que? Para que, meu Deus?! O dólar chegou a R$ 4 do mesmo jeito, o preço da gasolina passou de R$ 3,80 como passaria e a energia elétrica (por ironia, o país só não sofre apagão porque está em recessão) recebe reajustes que chegam a 90%. Pra que? Para mais uma eleição ter a realidade maquiada?

 

E o acordo Transpacífico? Estados Unidos, México, Austrália, Peru, Colômbia, Canadá, Chile, Japão… 40% da economia mundial trava acordos de comércios bilaterais que, o Brasil estando fora, não só impedirão um aumento da circulação de mercadorias, como perderemos mercado para esses espaços comuns. Para que? Privilegiar o Mercosul ideológico.

 

Qual o prejuízo disso tudo? Vale 100 Lava Jatos. Sairemos dessa operação e do governo do PT ainda mais burocráticos e mais “inimigos” do livre comercio e da iniciativa privada. A história da economia sob o petismo, em 2015, é o primeiro retrato de um preço que levará duas gerações para ser totalmente pago. Levy, ainda que tenha demorado mais do que a dignidade pessoal aconselharia, no distanciamento da História, será inocentado de tudo isso, a despeito da propaganda negativa do PT.

 

Bônus

 

Para finalizar, como prêmio ao trabalho incessante da militância feminista de todo o mundo, a mulher do ano de 2015 é…. um homem.

 

Feliz 2016! Esse 2015 que só vai acabar quando o PT deixar o poder…

Merlin A.
Engenheiro pela PUCPR e empresário em Curitiba.

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