Quem é melhor, Luta Livre ou Jiu-Jitsu?

Quem é melhor, Luta Livre ou Jiu-Jitsu?

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Para a grande maioria dos interessados em artes marciais, a questão está superada: o Jiu-Jitsu não só é melhor do que a Luta Livre, mas superior também as demais artes relevantes. Entretanto, existem muitos “poréns” a serem feitos diante de tal afirmativa.

 

Para os praticantes e amantes da Luta Livre, claro, não é uma questão superada com o veredito final a favor do Jiu-Jitsu. Mas apesar de sempre mostrarem inquietação com o senso comum que aponta o Jiu-Jitsu como arte superior, quase ninguém mais fala disso. Não serei eu o revisor da história, não estou aqui para requentar polêmica alguma. Mas a questão é que, desde sempre, os debates a respeito rumaram por caminhos passionais e ilógicos.

 

É bem verdade que o Jiu-Jitsu venceu o Desafio de 1991, que Rickson venceu o Hugo Duarte na Praia do Pepê (na praia!) e que foi o Jiu-Jitsu que ganhou o mundo, mas e daí? Tank Abott venceu o mesmo Hugo Duarte no UFC. Diremos então que o Pitfighting é melhor que a Luta Livre também? Mestre Hulk venceu Amauri Bitetti no Maracanãzinho, quando o aluno do Carlson estava em seu auge, e não se viu um comentário sequer na linha de “Capoeira é melhor que Jiu-Jitsu”. Com razão, não teria cabimento mesmo, como não tem nos casos anteriores quando a Luta Livre perdeu.

 

Murilo Bustamante, que posteriormente se tornaria campeão do UFC, venceu Marcelo Mendes por TKO no Desafio de 1991.

Murilo Bustamante, que posteriormente se tornaria campeão do UFC, venceu Marcelo Mendes por TKO no Desafio de 1991.

 

Apesar do título, não vou entrar no mérito de qual arte marcial é melhor ou mais eficaz, pois acho que tal análise é muito difícil de ser feita. Vejamos o vale-tudo de 1991 onde o Jiu-Jitsu levou vantagem: foram três lutas, nenhuma vencida por finalização, mesmo sendo a submissão o foco (teoricamente) de ambas artes. Fora o quesito “especificidade”. Não posso pautar todo o trabalho realizado por diversos mestres das duas modalidade, cujo os atletas não participaram, somente por este evento. Marcelo Mendes, Denílson Maia e Eugênio Tadeu, que lutaram em 1991, eram da escola Brunocilla de Luta Livre. Na mesma época a Budokan, do mestre João Ricardo, tinha ótimos lutadores de Vale-Tudo. Marco Ruas e Hugo Duarte, ditos os melhores representantes da Luta Livre à época, não puderam participar (Ruas por ter outros compromissos e Duarte em função de uma contusão de seu então adversário, Marcelo Behring).

 

Atribuir o resultado de 91 ao estilo dos lutadores (quem assiste as lutas, vê seis lutadores de Vale-Tudo, não de Jiu-Jitsu ou Luta Livre) é descartar outros fatores importantíssimos em um combate homem a homem, como o simples fato de um atleta ser melhor ou mais eficaz que o outro – mais forte, mais rápido, são N variantes que culminam em uma vitória. E se, num exercício inverso, nós considerarmos somente as lutas em que a Luta Livre levou vantagem, como Marco Ruas vs. Fernando Pinduka (1984), Eugênio Tadeu vs. Renan Pitanguy (1984), Johil de Oliveira vs. Luiz “Selvagem” Fraga (1996), ou, sei lá, Luciano Azevedo vs. José Aldo no Jungle Fight em 2005, vamos falar que a Luta Livre é melhor? Claro que não. É muito relativo, o fator atleta deve sempre ser considerado, e não somente o fator técnica/estilo.

 

Resultados em Submission (nome em desuso, mas ainda útil) e MMA, hoje, podem muito bem evidenciar que o Jiu-Jitsu Brasileiro tem muito mais atletas de alto nível de grappling do que a Luta Livre Esportiva, isso é um fato, o que não quer dizer que a arte marcial Jiu-Jitsu, em si, seja melhor. Não quer dizer também que os tops da Luta Livre não possam vencer os tops do Jiu-Jitsu, sabemos que isso ocorre, como acontece diversas vezes quando vemos André Chatuba, Cacarecco, Leonardo Chocolate, Leozada Nogueira, Ivan Pitbull, lutar Submission e MMA e muitas dessas vezes vencer atletas oriundos do Brazilian Jiu-Jitsu. Os resultados mostram um bom trabalho do Jiu-Jitsu Brasileiro, como esporte, crescendo muito mais do que Luta Livre, e isso sim acho plausível afirmar. A parte mercadológica do Jiu-Jitsu é infinitamente superior, fruto de um longo trabalho da Família Gracie que foi sempre voltado para este lado. Isso certamente influenciou no maior desenvolvimento do Jiu-Jitsu como esporte – ao passo é mais praticado e atrai maiores investimentos, evolui.

 

Sei que posso ser criticado aqui (Brasil), onde, sei lá, pelo menos 70/80% dos praticantes de artes marciais são do Jiu-Jitsu, mas entendam que não estou desrespeitando ninguém ou nenhuma arte, apenas tenho alguns pensamentos sobre essa história toda e queria expô-los, sempre aberto a críticas.

 

A linha de pensamento que adoto não é comum, mas talvez isso seja fruto de desconhecimento. Acredito que é capaz de se posicionar melhor quem treina e conhece ambas as artes. Eu treino – treinava, para ser mais sincero – Luta Livre constantemente, as vezes dou (dava) um treino sem quimono em academia de Jiu-Jitsu e num passado distante fiz algumas aulas de pano mesmo, mas quando era apenas um fã de artes marciais, achava, como a maioria, que era DEUS no céu e Jiu-Jitsu na terra. A explosão de popularidade da modalidade após o UFC I gerou isso não só em nós, mas em grande parte do mundo. Quando era “leigo”, achava que só existia o Jiu-Jitsu de bom, porém, depois de conhecer profundamente a Luta Livre, vi que não é bem assim. A Luta livre é boa também, e muito divertida de treinar. Somente treinando e vivendo a luta pude conhecer a beleza dessa arte tão rústica e ao mesmo tempo tão rica.

 

Mestre Roberto Leitão, um dos precursores da Luta Livre, demonstrando uma chave "contra cotovelo" com Renan Barão (ex-campeão do UFC).

Mestre Roberto Leitão, um dos precursores da Luta Livre, demonstrando uma chave “contra cotovelo” com Renan Barão (ex-campeão do UFC).

 

Outros exemplos na mesma linha de pensamento onde não podemos usar lutas em específico, por mais gabaritados e nominados que sejam seus participantes, como parâmetro último numa análise qualitativa entre as artes (e é para rir mesmo, para mostrar como tais análises isoladas não significam muito):

  • Se alguém que treina Luta Livre e é branca ainda, vence um atleta faixa azul de Jiu-Jitsu quer dizer que a Luta Livre é melhor (foi o que aconteceu quando competi no Brasileiro de Jiu-Jitsu sem Kimono)? Óbvio que não.
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  • Se não existe no Jiu-Jitsu alguém com idade superior a 65 anos que vença o mestre Roberto Leitão, de 77 anos, significa que a Luta Livre é mais eficaz, melhor ou mesmo mais saudável que o Jiu-Jitsu? Claro que não. O vigor do mestre Leitão deve-se a sua genética e autopreservação, ponto final.

 

Vale-Tudo e MMA não servem como parâmetro

 

O MMA, à época do ápice da rivalidade entre a Luta Livre e o Jiu-Jitsu chamado Vale-Tudo, não conta como meio de análise. É um outro esporte, com regras distintas. Muitos amigos do Jiu-Jitsu argumentam que os atletas da Luta Livre ganharam algumas lutas por saberem trocar porrada em uma época em que o pessoal do Jiu-Jitsu fazia guarda com os braços na altura o umbigo. Isto é verdade, ao menos em parte (como falei acima, uma vitória jamais é motivada por um fator único), e se usarmos algum rigor lógico, este discurso pode servir em favor da Luta Livre, pois joga por terra o ponto final dado em 1991 e em confrontos a portas fechadas. Ora, se no Vale-Tudo/MMA os atletas usam diversas técnicas, socam, chutam e dão cabeçadas (antigamente valia!), mas a Luta Livre e o Jiu-Jitsu Brasileiro são primordialmente artes de grappling (sem golpes traumáticos), não deveríamos pautar qualquer análise por resultados de MMA.

 

Um outro ponto sempre lembrado, em discussões a respeito, é a quantidade de atletas exportados ao MMA e seu respectivo sucesso, aonde o Jiu-Jitsu, pela maior quantidade de praticantes, realmente excede em muito o contingente da Luta Livre. Mas também não acho que isto diga muito sobre ambas, a não ser o óbvio: o Jiu-Jitsu é melhor de marketing. A cultura japonesa, de quimono e cuia, vende melhor.

 

Pense no Catch Wrestling americano, certamente uma arte prima da Luta Livre Esportiva brasileira, que tem Josh Barnett como seu único representante relevante no MMA (Erik Paulson foi outro, mas lutou muito pouco, e Sakuraba vem de outra linhagem do catch), um lutador de altíssima qualidade. Barnett trilhou uma carreira de sucesso no MMA e isto pode contar contra ou favor do Catch Wrestling: por um lado, é um demérito a arte não ter sido capaz de produzir mais talentos para o MMA, por outro, aquele único que forneceu tem um alto nível, o que pesa qualitativamente. O mesmo pode se entender da Luta Livre, que apresentou poucos expoentes, mas de grande qualidade, como era o caso do rei do Shooto Alexandre “Pequeno”.

 

Josh Barnett finalizou Dean Lister com essa posição, no Metamoris 4, evento de grappling organizado pelos filhos de Rorion Gracie.

Josh Barnett finalizou Dean Lister com essa posição (misto de ‘cervical’ e ‘sufocamento’), no Metamoris 4, evento de grappling organizado pelos filhos de Rorion Gracie.

 

As contribuições da Luta Livre ao Jiu-Jitsu e ao MMA

 

Na verdade essa é uma discussão velha que não deve ser desenterrada, pois no fundo não importa muito qual é realmente a melhor arte marcial. Com a popularização do MMA, não cabe mais hoje em dia este tipo de oposição. O que cabe é uma análise histórica daquilo que se apreendeu de uma época tão tortuosa, onde praticantes de Jiu-Jitsu e Luta Livre não podiam sequer andar na mesma calçada. E uma coisa pode-se afirmar: ambas as artes cresceram com tal rivalidade.

 

O Jiu-Jitsu (ou Gracie Jiu-Jitsu), em sua saga em busca de supremacia, desde a década de 20 só encontrou dois adversários a altura: o Judô e a Luta Livre.

 

Desde a polêmica derrota de George Gracie para o Mestre Tatu, nos anos 40, que até hoje dizem ter sido marmelada (o Gracie teria vendido a luta), e a vitória de Manoel Rufino sobre Carlos Gracie, segundo os jornais da época, igualmente contestada pela família, pois Carlos abandonou o combate depois de “vencer” com um golpe ilegal (o juiz havia mandado parar a luta e Carlos aproveitou para encaixar um golpe derradeiro), até as brigas de rua do final da década de 80 e as três batalhas transmitidas pela Rede Globo em 91 (sim, a Globo!), somente a Luta Livre foi páreo para os Gracies e companhia limitada. Isso considerando a origem brasileira, porque os judocas japoneses Masahiko Kimura e Jukio Kato foram adversários mais do que a altura, contra Hélio Gracie, em 1951. Somente alguém da Luta Livre era capaz de fazer um confronto equilibrado contra lutadores de Jiu-Jitsu, acostumados a vencer lutadores de Karatê, Kung-Fu, Boxe e Capoeira em segundos.

 

E nada como um pouco de concorrência para garantir uma evolução. Ambos os lados, no auge da rivalidade (final dos anos 1980, início dos anos 1990), se preparavam em dobro pensando nos rivais e na própria segurança – a qualquer momento, mesmo na rua, poderia ter porrada. Foi uma época tensa em algumas regiões do Rio de Janeiro, principalmente na Zona Sul e nas cercanias da Tijuca.

 

O Jiu-Jitsu precisava de um rival e os “Suburbanos” (como eram chamados os praticantes de Luta Livre), fora do Jiu-Jitsu (não esqueçamos de Oswaldo Fadda e seus alunos, outros que foram chamados de “suburbanos”) apresentaram-se como tal. Com isso, a Luta Livre ajudou a trazer maior popularidade ao Vale-Tudo, que os Gracies inventaram – ou reeditaram – para por sua técnica a prova. E que prova! Inúmeros combates épicos, de longos minutos, marcam esta época.

 

E é ainda maior a contribuição da Luta Livre se vista pelo lado técnico. No Brasil, a Luta Livre contribuiu para o MMA com uma cultura de luta agarrada diferenciada, que priorizava as quedas e as chaves de pé e perna (além de estrangulamentos incomuns aos lutadores de Jiu-Jitsu). Por mais polêmica que possa haver em relação a origem dos golpes, é notório que até hoje finalizações como as chaves de tornozelo e calcanhar, tão violentas como eficazes, bem como o próprio triângulo de braço (evolução do Gator Roll do Wrestling) e a popular guilhotina (finalização mais aplicada no MMA moderno), não fazem parte do repertório comum do Jiu-Jitsu. Sim, os lutadores de Jiu-Jitsu as aplicam muito bem, quando retiram seu “paletó”, ou pelo menos alguns deles, mas pegue algumas 100 lutas de Jiu-Jitsu para assistir e você não verá esses golpes aparecerem. Simplesmente não fazem parte da cultura do esporte, sendo as chaves de tornozelo e calcanhar, e ainda algumas chaves de pé, proibidas nas regras esportivas da modalidade. Guilhotina e triângulo de braço, de quimono, são quase inaplicáveis. O atleta de Jiu-Jitsu tem diversas opções mais eficazes de estrangulamentos com o quimono que as fazem desnecessárias, até.

 

Se o grande mérito histórico do Jiu-Jitsu, e do grande Hélio Gracie, é o desenvolvimento da cultura do jogo de guarda, sem ter inventado esta (já existia no Judô praticado à época), pode-se dizer o mesmo para os golpes supracitados, introduzidos e popularizados no “mercado” marcial brasileiro através dos diversos encontros entre os lutadores de Jiu-Jitsu e Luta Livre e dos treinos comuns que voltaram a acontecer normalmente, passada a rivalidade. No passado, mesmo com a possibilidade de enfrentamento, os intercâmbios eram naturais, como são hoje em algumas academias. Os irmãos Hélio, Oswaldo e George Gracie treinaram com Manoel Rufino (considerado um dos pais da Luta Livre) e, mais adiante, e um pouco antes de estourar a pesada rivalidade, Rolls Gracie e Maurição Gomes treinaram Wrestling com nata da Luta Livre à época, que praticamente fundou o esporte no país – a ramificação do mestre Roberto Leitão.

 

A BTT, provavelmente, foi a equipe que no contexto “pós-guerra” melhor uniu tais conhecimentos. Rousimar “Toquinho”, lutador oriundo do Jiu-Jitsu e especialista nas chaves em membros inferiores, forjado para o MMA na BTT sob a batuta do mestre de Luta Livre (falecido) Eraldo Paes e de Jiu-Jitsu Murilo Bustamante, comprova.

 

Na frente: Sansão, João Ricardo (Budokan), Hermes, Ervilha e Rolls Gracie; Atrás: Macarrão Stambovisk, Maurício Gomes (pai de Roger Gracie). | Créditos: Luta Livre Spirit.

Na frente: Sansão, João Ricardo (Budokan), Hermes, Ervilha e Rolls Gracie; Atrás: Macarrão Stambovisk, Maurício Gomes (pai de Roger Gracie). | Créditos: Luta Livre Spirit.

 

Independente da opinião de cada praticante sobre o assunto, para aqueles que são lutadores profissionais de MMA o caminho é um só: beber de ambas as fontes. Se possível, claro, já que a Luta Livre não está presente em todos os cantos do país como o Jiu-Jitsu.

 

Pois se o Jiu-Jitsu é brasileiro, a Luta Livre também é. Não é Wrestling ou Catch Wrestling, nem Luta Livre Americana, apesar das influências históricas. Assim como Hélio e Carlos beberam de fontes nipônicas e criaram uma outra arte, os patriarcas da Luta Livre foram também influenciados por orientais (Roberto Leitão veio do Judô e treinava sem quimono com Takeo Yano) e ocidentais, e criaram também uma outra arte, única.

 

Portanto, vamos respeitar o Jiu-Jitsu e a Luta Livre, por toda a história que carregam consigo e por suas origens nacionais, e abolir os argumentos passionais de outrora. Aos insistentes, e imagino que serão praticantes de Jiu-Jitsu, sugiro que troquem o discurso de “vencemos o Desafio de 91″, ou “Rickson bateu no Hugo duas vezes”, e procurem uma academia de Luta Livre para treinar. É, sem dúvida, o melhor a se fazer. Osss!

Fernando Henriques
Idealizador e editor desta revista, Fernando Henriques é um consumista informacional. Formado bacharel em Ciências da Computação, encontra na Comunicação um elo natural. Viciado em séries, filmes, rock, MMA, política e desafios.

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  • Victor Fortunato

    Boxe

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Cite uma luta de vale-tudo onde um lutador de boxe venceu um lutador de Jiu-jítsu ou Luta Livre. Não ne recordo de nenhuma…

      Aliás, recomendo que pesquise sobre Gene Labell vs. Milo Savage e Ali vs. Antonio Inoki.

      • Felipe Mariano

        Mais uma derrota: Randy Couture x James Toney

        • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

          Mas aí já foi luta de MMA, me referia a vale-tudo mesmo.

  • Edwaldo Oliveira

    Voce se esqueceu de mencionar que, Euclides Pereira, o maior campeão de vale tudo, de todos os tempos, era oriundo da luta livre brasileira.

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Verdade. Euclides é um nome e tanto que pesa positivamente para a Luta Livre. Não o mencionou por não conhecer a fundo a história dele. Prometo estudá-lo, quando tiver tempo, e escrever a respeito futuramente. Abs!

  • Alvimar Alves Cavalcante Caval

    euclides da cunha ,venceu carlson greyce na zona da mata

  • Oliveira

    Bom ouvi boatos e especulações que quando o mestre Hélio Graice Lutou com o Mestre Hugo Duarte, o mestre Hugo Duarte era digamos que menos graduado que o mestre Hélio Graice

    como se fosse um faixa preta lutando com um faixa Branca..

    alguém pode me confirmar essa versão se e verdade ou não ???

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Hélio Gracie e Hugo Duarte são separados por, pelo menos, daus gerações. Nunca lutaram, graças a Deus, pois senão seria o confronto de uma atleta em seu auge físico com um Sr. de 70 anos. Imagino que esteja confundindo Hélio com seu filho, Rickson.

    • marcelino

      segundo historias ele era azul na quela epoca

  • http://lesbicasfodem.com/ Black Seiya

    Qual a origem da luta livre no Brasil? É simplesmente um expoente da luta greco-romana, ou pode ter alguma influencia indígena ou da galhofa (uma antiga luta portuguesa)?

  • Andries Viljoen

    O Jiu-Jitsu porte ser classificado em quatro métodos de treinamento.

    Jiu Jitsu Esportivo: É a pratica visando somente à preparação para competições com regras de Jiu jitsu desportivos.

    Jiu Jitsu Defesa Pessoal (Goshin-Jitsu): O praticante terá noções de auto defesa em diversas situações.

    Jiu Jitsu Combate ou Jiu-Jitsu para MMA (Atemi-Jitsu): É destinado a prepara o praticante para luta corpo a corpo, utilizando alem dos golpes do JJ técnicas de soco, chute e técnicas em ringues. Só para profissionais de luta.

    Jiu Jitsu Submission (Jiu-Jitsu Sem Kimono): Método de Jiu Jitsu com os a luta sem kimono

  • Andries Viljoen

    Esta pergunta pode ir nos dois sentidos, se eu tivesse que escolher um absolutamente, eu iria com wrestling no entanto, se eu pudesse dividi-lo, eu escolheria 70% de wrestling e 30% de Jiu-Jitsu. Porque você pergunta? Bem, sente-se, eu vou contar uma história dos prós e contras aqui.

    BJJ A razão pela qual o bjj recebe apenas 30% é porque o bjj ensina você a se sentir confortável nas suas costas. Pura e simples… você não pode estar confortável de costas em mma. Bjj, no entanto, ensina você submissões sólidas …

    luta livre… Wrestling ensina você a nunca estar confortável em suas costas, sempre lutar e lutar por posição, bem como algumas quedas sólidas.

    Para simplificar, o objetivo do wrestling é imobilizar alguém. Em mma, você não tem que submeter alguém para ganhar, se você tem um jogo de cima sólido, você pode derrubar o ground and pound até que o seu oponente esteja pronto, então você pode wrestling levar o bolo.

  • Andries Viljoen

    Você deve aprender wrestling ou BJJ… Qual deles seria algo para aprender primeiro?
    Este é um falso dilema.

    Se você quer aprender os dois, então treine os dois. Ambas são artes de luta e muitos dos fundamentos serão traduzidos, então o treinamento cruzado ainda estará aumentando seu total de horas de tempo no tatame. Se você encontrar um ginásio de MMA, é provável que eles ofereçam aulas de wrestling e de Jiu-Jitsu (ao lado de artes marcantes como boxe e Muay Thai).

    Uma vez que uma das maiores fraquezas das pessoas que treinam Jiu-Jitsu são as más desmontagens, você estaria realizando um serviço por meio de treinamento cruzado. E se você estiver interessado em se tornar bom nas finalizações, então não faz sentido adiar o treinamento deles.

    A única exceção à minha recomendação de “treinar ambos” seria se você fosse um estudante de uma escola secundária (nos EUA) com um programa de wrestling. Os programas de luta livre HS consomem muito tempo, então você provavelmente não teria a oportunidade de fazer as duas coisas. Então eu diria fazer o programa de luta livre. Isso fará de você uma fera nos tatames e você é jovem o suficiente para pegar as instruções em BJJ mais tarde.

    • Peterson

      Amigo, logo se vê que você desconhece o assunto. Luta Livre Esportiva não é wrestling. Pesquise e volta a comentar aqui quando obtiver o conhecimento necessário. Obs.: Sou atleta ativo e praticante das duas artes, e ambas me completam como atleta.