Os piores tweets de Jean Wyllys

Os piores tweets de Jean Wyllys

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Fala-se muito sobre algumas estultices proferidas por Marco Feliciano em seu Twitter, geradoras daquela celeuma em 2013, quando o mesmo assumiu a presidência da CDHM, mas pouco – quase nada – sobre as mil e uma maluquices que o também deputado federal Jean Wyllys profere em conta na mesma rede.

 

Para corrigir essa “falha” da nossa querida imprensa tradicional, trago uma coletânea com os piores tweets de Jean Wyllys:

 

Bento XVI, genocida em potencial

 

Para o deputado, o Papa Bento XVI, antecessor do atual Papa Francisco I, era um genocida em potencial somente por declarar publicamente sua posição de desacordo com o casamento entre pessoas do mesmo sexo

 

 

Cristãos, com aspas, e os lucros exorbitantes dos pastores

 

Jean generalizou, para fugir das críticas que sofreu quando disse que deputadores ganham pouco (quase 30 mil), jogando todos os pastores no mesmo saco “exorbitante”. Quem conhece o meio gospel sabe que pastor que recebe muito bem, seja pelo salário que sua Igreja lhe paga (Pastor é profissão, sabia?), seja via ofertas, é exceção.

 

Em sua lógica, se é cristão (usou aspas na clara tentativa de desmerecer quem o criticava, como cristãos de mentira) não pode criticar o salário dos deputados se não criticar também o salário de pastores. Ah, vá!

 

 

Fundamentalistas analfabetos

 

Para Jean Wyllys, tido como ativista da “causa do amor”, seus críticos religiosos são “fundamentalistas” e “analfabetos funcionais”. Alguém acha que é isso mesmo, ou é Jean que deu outro ataque histérico no Twitter?

 

 

Futebol se opõe à Homossexualidade

 

Em resposta à Leo Jaime (sim, aquele mesmo, o cantor), o ex-BBB e atual deputado federal extrapolou o limite da razão ao afirmar que o esporte predileto da nação é uma “sociabilidade masculina que se afirma contra a homossexualidade”. Talvez o pior entre os piores tweets do deputado.

 

 

Cordialidade não é o forte do deputado

 

Mesmo tendo sido revelado ao mundo por um programa de televisão, o Big Brother Brasil, da TV Globo, Jean não gosta que lembrem de sua origem. É que o passado como BBB não combina com a imagem de intelectual que ele, mesmo sem merecer tal epiteto, faz questão de passar. Por isso a reação de extrema asperidade com quem recorda o assunto.

 

 

Fundamentalistas exploradores de mão de obra infantil!

 

Como se não bastasse a desonestidade de chamar todo e qualquer evangélico que discorda de sua agenda de fundamentalista, nesse tweet o deputado do PSOL deixa claro não possui senso de proporção algum. Comparar a presença de uma criança numa passeata, provavelmente acompanhada de seus pais, com trabalho infantil e enojante. Uma falta de respeito sem tamanho com quem é realmente explorado.

 

E estejam certos de uma coisa, jamais veremos tweet similar do deputado com foto de uma criança na Marcha das Vadias ou em qualquer outra progressista. Não porque elas não compareçam em tais atos, também acompanhados de seus pais, mas sim pela notória falta de critério do deputado. E no caso da Marcha das Vadias, as crianças são impactadas maior forma, pois não é raro a nudez entre os participantes da marcha.

 

 

Homolesbotransfobia?

 

Que diabos seria isso “Homolesbotransfobia”, Sr. Wyllys?

 

 

“Negro gordo”

 

O Deputado acredita que, se você é negro e gordo, ou seja, integrante de dois grupos supostamente minoritários (que nada, o que mais vejo por aí são negros e gordos), há de se compadecer do choro de outro grupo minoritário, os LBGTs. O problema é que, no mundo real, as pessoas leem coisas diferentes, se informam por veículos diferentes e tomam posições diferentes. A uniformidade pretendida pelo deputado só existe na Coreia do Norte.

 

 

Confesso que foi difícil escolher apenas oito tweets entre tantos “arroubos intelectuais” que o ilustre deputado pelo meu estado (sic), Rio de Janeiro, descarrega na rede de microblogs já há alguns anos. Se você lembra de algum outro, poste nos comentários e incremente a coletânea.

Fernando Henriques
Idealizador e editor desta revista, Fernando Henriques é um consumista informacional. Formado bacharel em Ciências da Computação, encontra na Comunicação um elo natural. Viciado em séries, filmes, rock, MMA, política e desafios.

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