O Aborto e a verdade – Um genocídio conveniente

O Aborto e a verdade – Um genocídio conveniente

1

“Meu corpo, minhas regras”. A pseudoverdade do mantra é repetida à exaustão pelos ratos dos movimentos feminista e de esquerda em geral em todos os ambientes possíveis e imagináveis, seja isto dado por pura ignorância, ou apenas vigarice. Acontece que a infantil e pobre frase de efeito não é verdade nem se tratando pura e simplesmente do feto, vítima do aborto, nem da própria hospedeira do nascituro. Ora, seja eu homem ou mulher, não há liberalismo tamanho em nossa legislação que me permita, por exemplo, vender meus rins (pelo menos não à luz da legalidade).

 

 

O direito ao aborto, passou a ser a principal bandeira defendida pelos grupos feministas. Uma das poucas vantagens genéticas que a natureza, Deus ou seja lá em que você acredite, concedeu à mulher no papel de protagonista no processo gestacional, cambiou a um fardo, uma obrigação, uma Via Crucis.

 

Não, minha cara assassina em potencial, não cabe a mim determinar se a mulher deve ou não fechar suas pernas. Nesse aspecto, sim, concordo: seu corpo, suas regras. Copule à vontade, com quantos quiser, quando quiser e como quiser. Mas não venha delegar ao tal “patriarcalismo” a responsabilidade por seus atos. Tu bem sabes as consequências do ato sexual e estas devem ser assumidas pela progenitora, e por aquele que em momento oportuno depositou a “semente” em teu ventre.

 

O aborto de 12 semanas

 
Para alguns, como o deputadx Jean Wyllys, até a 12ª semana de gestação, não existe vida. O problema de tal afirmação é que não existe qualquer consenso sobre o momento em que a vida é concebida, nem entre os defensores do aborto, nem entre os que são contra, nem mesmo no meio médico. Certo é que nenhum médico, a não ser com a mais pura intenção de vilipendiar gestante e nascituro, defenderia a afirmação do ex-BBB.

 

Jean Wyllys - aborto de 12 semanas

Jean Wyllys e seu potencial genocida.

 

O mesmo deputado, usou também como justificativa para a legalização do aborto em entrevista recente ao programa de Mariana Godoy (programa fraco e tendencioso, mas que não vem ao caso) o fato de que abortos já são cometidos, e já que são cometidos, devem ser legalizados. Seguindo a lógica do parlamentar com dificuldades de concordância, seus próximos projetos deverão ser a legalização dos homicídios, estupros e desvio de dinheiro “público”. Não necessariamente nessa ordem.

 

Entenda o aborto de 12 semanas:


Link | Youtube

 

A verdade sobre o aborto

 

Como, muito bem descreveu o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, nenhum dos lados cedeu e nem há comprovação de que a afirmação da não-vida do feto seja verdade. Na mais remota hipótese, o máximo que pode se sugerir diante da ausência de fatos é que há 50% de chances do feto ser a simples extensão do corpo da mãe, e 50% de ali haver um ser humano, uma vida, um indivíduo. Ora, assumindo esta premissa, ao cometer o aborto, a progenitora, o abortista e demais envolvidos, assumem conscientemente um risco de 50% de estarem cometendo um homicídio pré-meditado e não simplesmente uma operação de rotina. Fica a pergunta: “Qual de nós, armado com um revólver, se acreditaria moralmente autorizado a dispará-lo, se soubesse que tem 50% de chances de acertar numa criatura inocente?

 

As táticas utilizadas pelos pró-aborto, são velhas conhecidas. Tratam-se da “desumanização” da vítima, praticada pelo Führer Germânico, por Mao e tantos outros genocidas da ala canhota do espectro político, além, é claro, das três táticas, confessadas pelo ex-médico abortista americano, Dr Nathanson, sendo elas a empatia da mídia, com divulgação de um número exacerbado e sem qualquer fundamento sobre o número real de abortos e apoio popular; O ataque à base da ética ocidental (cultura judaico-cristã) e acabar com a ideia de que a vida inicia-se na concepção (ratificando a primeira tática citada). Criou-se para os idiotas úteis um simulacro imbecil. Dogmático para a maioria deles.

 

O que não costumam ser divulgados pelos defensores da interrupção da gestação, são os números que realmente estão por trás da prática.

 

Simplesmente, “esquecem” de informar que 94% das praticantes lamentam ter abortado, que 28% tentaram o suicídio após a prática, que 58% tiveram perderam o prazer sexual e que pelo menos 63% constantemente, recordam-se do aborto.

 

Não informam também, que ao contrário do que é divulgado:

 

  • O número de abortos, vem há muito tempo caindo gradativamente.
  • No Brasil há menos abortos que em países onde a prática foi legalizada.
  • O número de abortos em países onde a pratica foi total, ou parcialmente, legalizada aumentou.
  • Que a base de cálculo dos bizarros números de 1.000.000 a 1.500.000 de abortos por ano, são frutos de métodos estatísticos nunca explicados do Instituto Alan Guttmacher (braço do IPPF) e do IPAS, ambos, institutos abortistas Norte-Americanos que sempre tiveram como escopo a redução da população mundial. O cálculo é simplesmente o número de internações multiplicado por 5 e 6 vezes respectivamente, sem qualquer explicação para o método.

 

Por fim, entre os militantes do aborto restam apenas três “castas”: genocidas em potencial, inocentes úteis, ou completos retardados.

Guilherme Barauna
Músico, cristão reformado e antagonista do politicamente correto. Consumista voraz do que a internet pode proporcionar sem abrir mão de um bom livro. É pai da Luíza e Mestre Jedi no tempo livre. Criador do seucursodeexcel.com.br Twitter: @glmbarauna

Leia também...

 
Dê mais vida a Feedback Mag., para sua imagem aparecer ao lado de seu nome nos comentários, cadastre-se no Gravatar usando o mesmo e-mail com o qual você comenta aqui na revista. Leva 2 minutos.
 
  • Igor Rocha

    Muito bem escrita e lógica a matéria. Parabéns.