Mais “in rio” do que “rock”

Mais “in rio” do que “rock”

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Existe um planeta chamado Terra, nele, existem bilhões de pessoas. Muitas delas, eu disse muitas mesmo, são insuportavelmente chatas quando o assunto em questão é música. Confesso, estou nesse grupo.

 

Antes de mais nada, preciso explicar apenas uma coisa: a expressão Rock, em inglês significa “agitar”, “dançar”, “balançar”.

 

Por favor, não confundam rock’n'roll com a palavra rock. Rock’n'roll é um ritmo, rock é uma expressão. Nos EUA podemos ouvir expressões como, “lets rock this club” (que significa, vamos agitar essa boate) ou até “rock your body” (mexa seu corpo).

 

Então, por favor, parem de mimimi com os artistas pop no Rock in Rio.

 

Desabafei!

 

Artistas pop podem fazer parte deste evento sim, mas pra isso, eles tem que ser os caras. Que me desculpem os fãs, mas quando vi Jessie J no palco Mundo e Offspring no Sunset senti uma forte dor no pâncreas. Assim como não me desce ver Muse como headliner do evento.

 

Nada contra os caras, fizeram um show bem razoável até, mas para estar como headliner no Rock in Rio não basta ter emplacado a trilogia de Crepúsculo cara, precisa de mais, muito mais.

 

“Justin Timberlake poderia estar no evento, Felipe?” Sim! Claro que poderia, ele é um super astro pop. Mas pra mim, abriria um dos dias. No máximo.

 

Justin, obviamente, discorda de mim.

Justin, obviamente, discorda de mim.

 

Essa ideia também se alonga para Philip Philips, John Mayer, Matchbox Twenty, 30 Secons to Mars e outros…

 

Na minha cabeça, Rock in Rio significa shows colossais, quem não lembra dos shows do Iron Maiden, N’Sync e Red Hot Chilli Peppers no RIR 3, Stevie Wonder e Coldplay no de 2011, e por aí vai…

 

No mais, essa é a minha opinião.

 

Tomara que esse RIR me surpreenda.