Erika Kokay e as doações de empreiteiras

Erika Kokay e as doações de empreiteiras

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O PSOL, partido daquele seu amigo que acha que posar de palhaço na rua é entender de política, não aceita doações de bancos, empreiteiras e multinacionais em suas campanhas. É proibido em estatuto, inclusive. Para eles, é uma das práticas que “estraga” a democracia. Ok. Só que quando são seus outros amigos à esquerda que recebem tais doações, sem problemas. Nem é feio andar com eles. Erika Kokay, deputada federal reeleita pelo PT do Distrito Federal, recebeu 95 mil da Andrade Gutierrez e outros 95 mil da Colares Linhares para financiar a campanha vitoriosa deste ano.

 

No total a deputada recebeu R$ 316.400 de doações, sendo o montante das empreiteiras mais da metade deste valor. Considerando o alcance que sua campanha necessitava, sendo o Distrito Federal a menor unidade federativa da nação, é um valor chamativo. Como comparação, tomo a campanha de Marcelo Freixo (PSOL) à prefeitura do Rio de Janeiro em 2012, que arrecadou R$ 102.929,7 somente com doações de pessoas físicas e com o valor repassado pelo partido.

 

Ainda assim, aposto que os psolistas nem vão ligar. No Congresso, Erika Kokay é uma espécie de sombra de Jean Wyllys. Onde ele está, ela está. Basta que uma pauta LGBT esteja em voga.

 

Enquanto isso, Jair Bolsonaro, do PP, um dos partidos mais corruptos do país, é seguramente o deputado mais honesto do Brasil. Contra tudo e todos. Bolsonaro recusou, nesta campanha vitoriosa de quase meio milhão de votos, uma pomposa doação que o partido lhe oferecia com recursos da Friboi. Para ele, não condizia com seu discurso receber verba de uma das empresas mais próximas e prósperas do Petismo. Certo estava, não fez falta alguma.

 

Agora, vá lá ver se a corriola psolista não acha feio andar com ele. Óbvio que acham. Se pudessem, mandavam-o prender.

 

Para este pessoal, há um único dogma: o cu, e toda sexualidade diversa que o cerca, bem como tudo aquilo que contrarie a moral cristã, é sagrado. Quem não reza por ele, está fora.