Bodas de Ouro da Contrarrevolução Democrática

Bodas de Ouro da Contrarrevolução Democrática

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Lembrai-vos do 31 do março, aniversário da Contrarrevolução Democrática de 1964! O 31 de março de 2014 é ainda mais místico, neste ano comemoramos as “Bodas de Ouro” do vitorioso Contra Golpe de 64 liderado pelos militares, e datas como essa nos fazem lembrar nossa História repleta de Glória.

 

E um evento que engrandece ainda mais a História e o povo brasileiro é o saudoso 31 de março de 1964, data que nossas Forças Armadas, eternas guardiãs do povo brasileiro, atenderam o clamor das ruas, materializado na “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, de 19 de março de 1964, em resposta à “ameaça comunista” representada pelo discurso em comício realizado pelo então presidente João Goulart em 13 de março daquele mesmo ano.

 

A Contrarrevolução não foi um golpe contra a democracia, como os revanchistas afirmam nos dias atuais, mas sim um ato visando preservá-la mais uma vez do fantasma comunista, que novamente estava a porta da nossa pátria ameaçando nossa soberania e democracia. Graças a coragem dos nossos civis e militares a nossa democracia foi preservada e devolvida intacta ao povo brasileiro.

 

Na capital paulista, 500 mil pessoas participaram da Marcha da Família com Deus pela Liberdade.

Na capital paulista, 500 mil pessoas participaram da Marcha da Família com Deus pela Liberdade.

 

Muito se fala sobre o suposto tempo demasiado que os militares se mantiveram no Poder, 21 anos, mas se analisarmos todo o período veremos que foi o tempo necessário para vencer as guerrilhas urbana e rural, onde guerrilheiros comunistas pegaram em armas para impor pela força um regime socialista nos moldes do cubano em nosso país, e restabelecer a ordem necessária para que o Poder pudesse ser devolvido aos civis. A vitória sobre as guerrilhas, tanto urbana quanto rural, custou muito sangue de brasileiros de bem, que entregaram a vida na luta contra o comunismo, onde tombaram desde a selva do Araguaia até as ruas das grandes cidades, são a esses civis e militares que devemos nossa democracia, esses sim são os verdadeiros heróis da democracia; não esses que hoje os livros de História endeusam, mas que na verdade pegaram em armas para fazer do Brasil um satélite da União Soviética. A esses heróis devemos todas as honras, pois levaram as últimas consequências os dizeres do nosso hino, no qual diz:

 

“Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil…”

 

Graças a esses homens e mulheres que lutaram ao lado do povo pela vitória da Contrarrevolução que hoje somos livres!

 

Além da imensurável vitória na luta armada contra os diversos grupos guerrilheiros que insistiam em desestabilizar a ordem no país, a Contrarrevolução alcançou outros feitos que merecem ser lembrados e exaltados. Durante os 21 anos que os militares se alternaram no Poder o Brasil avançou a passos largos em direção ao futuro.

 

Durante o Regime Militar, a economia brasileira cresceu num ritmo quase três vezes maior do que o alcançado nos primeiros 21 anos após a volta da democracia. No período em que essa expansão foi mais acelerada, entre 1967 e 1973, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 10,2% ao ano, em média, dobrando de tamanho em apenas sete anos. O resultado destoava tanto dos padrões da época que os analistas passaram a chamá-lo de “milagre brasileiro”.

 

A renda média dos brasileiros aumentou de maneira significativa nesse período. Em 1964, um brasileiro ganhava o equivalente a 17% da renda recebida por um típico cidadão americano. Em 1978, a renda média do brasileiro correspondia a 28% da americana.

 

Quando os militares assumiram o Poder a inflação batia na casa dos 100% ao ano, já em 1965, no governo de Castelo Branco, houve uma redução expressiva nesse número, chegando a 34%.

 

Jornal O Globo (02/03/1964) comemorou a fuga de João Goulart, saudando a volta da democracia.

Jornal O Globo (02/03/1964) comemorou a fuga de João Goulart, saudando a volta da democracia.

 

Os militares promoveram obras grandiosas que ficaram conhecidas como “Obras Faraônicas”, como a usina hidrelétrica de Itaipu, que foi construída entre 1975 e 1982, e que ainda hoje sua barragem é a maior unidade operacional hidrelétrica em termos de geração de energia anual, gerando 91,6 TWh em 2009, enquanto a geração de energia anual da Barragem das Três Gargantas, na China, por exemplo, foi de 79,4 TWh em 2009.

 

Outra obra de grande importância do período foi a Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niterói, localizada na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, que liga o município do Rio de Janeiro ao município de Niterói. A obra teve início em janeiro de 1969 e foi concluída em 4 de março de 1974, com extensão total de 13,29 km, dos quais 8,83 km são sobre a água, e 72 metros de altura em seu ponto mais alto – com previsão de um volume diário acima dos 15 mil veículos. Atualmente é considerada a maior ponte, em concreto protendido, do hemisfério sul e hoje é a 11ª maior ponte do mundo. No ano em que foi concluída, era a segunda maior ponte do mundo, perdendo apenas para a Causeway do lago Pontchartrain nos Estados Unidos.

 

Durante o Regime Militar foi construída também a Usina Nuclear Angra I, em Angra dos Reis (RJ), foi a primeira do programa nuclear brasileiro, programa esse que ganhou impulso com os militares.

 

Além, é claro, de outras obras de menor porte realizadas no período que ajudaram a tirar o Brasil do atraso no qual se encontrava antes de 1964.

 

Por tudo isso, hoje, após 50 anos da Contrarrevolução Democrática, temos motivos de sobra para comemorar o 31 de março, dia que as Forças Armadas e a nação brasileira deram um basta na ameaça comunista e avançaram à passos firmes rumo ao destino que a nossa Pátria Amada merece ter, a Grandeza.

 

Lembremos também dos nossos heróis anônimos, civis e militares, que entregaram a vida pela defesa da nossa democracia, para que hoje pudéssemos viver num país livre e soberano!

 

Viva o 31 de março! Aniversário da Contrarrevolução Democrática!

Carlos Santos
Estudante de jornalismo, escritor amador, poeta de ocasião, cronista fortuito e colunista inconstante. Além de tudo, é um ex-comunista que dobrou a Direita.

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