Léo Castelo Branco

A mãe, o pai e o Popeye

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A mãe, o pai e o Popeye

Antes de me apaixonar pela escrita e pelo cinema, tive um caso com a política. Podem rir, mas encontrei na figura de Enéas Carneiro e sua força explosiva de expressão um certo alívio. Imagina a cena. Uma criança com seus 3-4 anos na frente da TV esperando o horário político pra ver aquele ser barbudo abrir a boca e falar aquele famoso bordão "Meu nome é Enéeeeeeas, 56".

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Ela

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Ela

Não, não é apenas mais um texto. Isto aqui é pedaço de mim.

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Homens sensíveis. Você é um deles.

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Homens sensíveis. Você é um deles.

Cresci vendo os homens ao meu redor tendo comportamentos de excêntricos a bizarros com as mulheres. Não todos, mas muitos deles. Sou curioso e analista desde pequeno, por isso algumas dessas atitudes (se é que podemos chamar assim) me marcaram e fiz uma promessa interna de "ser diferente".

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Mariana

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Mariana

- Sim, a gente fudeu e daí?!

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Num piscar de olhos

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Num piscar de olhos

Dentro de mim: uma roda gigante desgovernada. Fora de mim: uma montanha russa com defeito. O que me traz aqui? Qual é meu papel nesta anarquia da existência? Eu nasci ou fui feito? Porque aqui e não em outro cenário? Estou entregue e nada faço, por quê? Meus gostos, hábitos e gestos ainda continuam sem graça, a cada dia me torno mais alienado e convencional. Isso é fato.

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Outro dia

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Outro dia

Nobre este meio-dia, o sol nem forte, nem fraco: agradável. São Paulo, eu te amo com a mesma intensidade que te odeio. Boa tarde cidadãos de bem, não reparem em mim, estou aqui apenas fingindo ser normal.

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Influxo

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Influxo

Invadido pela eternidade entre Augusta e Paulista, oh yeah. Como Breton buscando a curva na sombra, molhando palavras e preenchendo minha pseudo-poesia com a estética falida.

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No chão da alma

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No chão da alma

Acendo uma vela antes que o isqueiro acabe nesta noite que soul eu que quero me acabar. Não, não é apenas mais um dia, por isso estou aqui implodindo algumas ideias e instaurando a preguiça literária. A noite sangra lá fora, rosas disléxicas caem aqui dentro e não consigo parar de pensar na garota que cheira a classe média.

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Carta aberta à São Paulo (Ou: Como voltei a acreditar no amor)

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Carta aberta à São Paulo (Ou: Como voltei a acreditar no amor)

Bom dia, São Paulo. Acordei assobiando Young Folks.

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