A vida segundo a dicotomia entre direita e esquerda

A vida segundo a dicotomia entre direita e esquerda

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Há quem diga que não se pode nem mais resumir a política entre direita e esquerda, quiçá fazê-lo para qualquer outro aspecto da vida humana. Dizem que são conceitos retrógrados e rótulos que não cabem no mundo moderno. Que são termos que reduzem as discussões… Tudo balela! Bullshit! Rebelde que sou, continuo usando livremente esses “rótulos”. E não somente acredito que este enquadramento ainda é possível na política, mas também em todas as áreas da vida e do pensamento humano.

 

Direita e esquerda são dois caminhos incontornáveis para todos nós, nossa personalidade, educação e experiência de vida nos coloca de um lado ou de outro, ainda que não saibamos disso.

 

Sendo assim, tentemos aqui separar entre estes dois caminhos diversas preferências do nosso cotidiano. Assumindo que direita é razão e esquerda coração, evoco a liberdade poética disponível a qualquer rascunho de escritor e subdivido tudo e mais pouco entre estes dois pólos:

  • Cerveja é de direita, cachaça de esquerda.
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  • O Amor certamente é de direita, a paixão de esquerda.
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  • EUA direita, Rússia esquerda.
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  • Futebol, MMA, Tênis e Hóquei no Gelo de direita, Vôlei, Basquete e peteca de esquerda.
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  • Carta Capital, Caros Amigos e Revista Fórum de esquerda, nenhuma outra revista impressa de grande circulação no Brasil de direita.
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  • O sexo é centrista, “joga” em ambos os lados.
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  • Punk americano de direita (por causa dos Ramones), punk inglês de esquerda (o Sex Pistols sacaneava a Rainha).
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  • Cigarro é de direita, maconha de esquerda.
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  • Música clássica de direita, Funk, Axé e Sertanejo de esquerda.
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  • Tropa de Elite 1 de direita, Tropa de Elite 2 de esquerda.
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  • Bom português de direita, internetês e afins de esquerda.
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  • Microsoft de direita, Google de esquerda.
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  • Chuck Norris e Clint Eastwood de direita, Bruce Lee e Jean-Claude Van Damme de esquerda.
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  • Coxinha de direita, Kibe de esquerda.
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  • Cristianismo de direita, Macumba e demais religiões de matriz africana de esquerda.
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  • Gay sem trejeito de direita, gay “bicha louca” de esquerda.
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  • Vitor Belfort de direita, Anderson Silva de esquerda.
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  • Pobre é direita e rico é de esquerda. (Hoje em dia é assim!)
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  • Vaginal de direita, anal de esquerda.
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  • SBT e Band de direita, Globo e Record de esquerda.
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  • Silas Malafaia de direita, Bispo Macedo de esquerda.
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  • Zeus direita, Poseidon e Hades esquerda.
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  • Flamengo e Corinthians de direita, São Paulo e Fluminense de esquerda.
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  • Se é de “Exatas” é direita, se faz “Humanas” é de esquerda.
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  • Carnaval carioca é de direita, Carnaval baiano de esquerda.
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  • Guitarra de direita, violão de esquerda.

 

Pronto. Já deu para entender. Continuem aí…

Fernando Henriques
Idealizador e editor desta revista, Fernando Henriques é um consumista informacional. Formado bacharel em Ciências da Computação, encontra na Comunicação um elo natural. Viciado em séries, filmes, rock, MMA, política e desafios.

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  • Murilo Negrello

    Inverno é de direita, verão é de esquerda.

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Boa!

  • Leonardo Tigro

    A Veja não conta como revista de grande circulação?

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Conta, só não é de direita.

      • Leonardo Tigro

        Pensei que fosse, já que o Felipe Moura Brasil tem uma coluna lá e vive escrachando a Esquerda em seus textos.

        • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

          Sim, mas isso não significa que o veículo, principalmente a versão impressa, seja caracterizado como direita tal qual são de esquerda estas que citei. A Veja, com muito esforço, é centro-direita. Expliquei melhor aqui: http://www.feedbackmag.com.br/a-veja-e-uma-pessima-fonte-informacao-bonde-do-senso-comum-4/.

          Temos vários casos a apontar e mostrar isso. A posição da revista no caso do menor do poste e dos beagles são exemplos. Ela tem sim, alguns colunistas no site que são de direita, mas o veículo em si não é.

    • D.

      É de direita sim! E muito! Porém não deves er considerada uma revista, tá pior q panfleto aquela merda.

      • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

        Panfleto ou não, só é direita para quem acha que PSDB também o é.

  • Fabio Ilczuk

    cara, vc sabe como surgiu o espectro político esquerda-direita? vc sabe escrever algum texto que tenha o mínimo de coerência? vc sabe alguma coisa?

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Não, me conta aí, grande Fabio…

      Meus textos têm mais que o mínimo de coerência, se me permite faltar com a modéstia, o que acontece é que nem todos que passaram por ele estão habilitados a entendê-lo. Infelizmente.

      Veja o seu exemplo, ao que me parece, não sabe o que é um texto lúdico. Aí, realmente fica difícil.

      • Fabio Ilczuk

        Ok, vamos lá, contarei: Faz parte do quesito “coerência” não apenas dispor as palavras e as frases de forma que elas adquiram sentido, como também respeitar as regras e normas básicas da ortografia e semântica. Espero que pelo menos nisso vc concorde comigo.

        Nesta simples resposta (na qual me chama sutilmente de desqualificado intelectualmente para compreender a “profundidade” de seus textos), vc cometeu alguns “errinhos básicos” de português. Os quais gentilmente assinalarei agora, para que vc possa evitá-los em futuros textos, esquivando-se da tal falta de coerência à qual me referi:

        Em “Meus textos tem mais que o mínimo de coerência”, trecho extraído de sua resposta, a correta concordância do plural para o verbo “ter” exige assento circunflexo (caso vc não saiba, é o chapeuzinho): Meus textos têm, têm…têm. entendeu?

        Em “o que acontece é que nem todos os que passarem por ele estão habilitados a entendê-lo”, novamente vc dá uma pequena escorregada no bom e velho português. A concordância correta exige paralelismo entre as formas verbais. Assim, “que passarem” evoca futuro, uma ação futura: as pessoas que passarem algum dia, etc. Portanto o complemento da ação teria que estar também no referido tempo futuro: Os que passarem por ele entenderão. É uma ação futura, portanto tem de estar no futuro, do contrário perde a coerência: Uma pessoa que faz uma ação em um futuro (ainda que indeterminado, mas futuro) não pode sentir seus efeitos no presente ou no passado. Entendeu, está por entender ou virá a entender algum dia?

        Disponha pela pequena aula deste desqualificado intelectualmente para ler e compreender os seus textos (que, aliás, são umas porcarias na minha modesta de desqualificada opinião).

        • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

          Nossa, você só pode estar de brincadeira. Sério mesmo! Quer dizer, sei que não está, mas deveria, de repente ficaria menos aparente que na impossibilidade de seguir a linha de raciocínio anterior ou mesmo de mostrar-se humilde em não entender a ludicidade deste texto, preferiu partir para o ataque ao meu português. Tergiversando na cara dura. E com muito esforço, indo nos mínimos detalhes.

          Ora, o cara que escreve “vc” no texto que considera aula de português pode objetar com alguma credibilidade a ausência de um acento e a troca de uma vogal sem querer?

          Ou isso tudo foi só para mostrar que não é nenhum ignorante? Olha, mesmo não sendo, o que não afirmei antes, não está impedido de não estar habilitado para entender a pegada deste texto. Não é a capacidade de me corrigir em um comentário que mediria isso.

          Eu disse ironicamente: “Não, me conta aí, grande Fabio…”

          Nada do que escreveu me “contou” sobre as perguntas que arrogantemente proferiu no primeiro comentário. Você apenas abriu outra frente que achou mais fácil atacar.

          Tenho mais de 100 textos neste sítio, mas por este comentário sou incoerente gramaticalmente? Sei.. Não respeito as “normas básicas da ortografia e semântica.” Ui!

          Neste texto (http://www.feedbackmag.com.br/jose-mujica-o-obvio-ululante-e-a-verdade-sem-destaque/) sobre José Mujica faço uso correto do “têm”, mas neste comentário não o fiz. E daí?

          Para um cara de períodos embolados, que não respeita a utilização de maiúsculas e usa abreviações do “internetês” você está preocupado demais com o português alheio. O que só pode indicar o que apontei anteriormente.

          “Disponha pela pequena aula deste desqualificado intelectualmente para ler e compreender os seus textos (que, aliás, são umas porcarias na minha modesta de desqualificada opinião).”

          Obrigado, Sr. autodeclarado “Desqualificado Intelectualmente”. Só lamento porque você parece padecer de um coitadismo mor, quando cola em si próprio adjetivos pejorativos como se eu os tivesse falado. E também deve não ter porra nenhuma para fazer, mulher pra comer – ou homem para dar -, louça para lavar e o escambau, visto que fica masoquistamente lendo meus textos porcarias e tecendo comentários enormes que só servem para me fazer perder tempo em respondê-los (Me sinto um gato revirando lixo quando o faço).

          Passar mal!

          • Fabio Ilczuk

            Vc é realmente um idiota…não queria lhe dizer isso abruptamente, mas não tem jeito. Lembra-se deste trecho?: “Bom português de direita, internetês e afins de esquerda.”. Pois é, é do seu texto. Eu peguei um “gancho” no que vc mesmo havia dito pra mostrar como vc estava sendo incoerente ao enquadrar-se em um quesito, que, segundo vc mesmo, o colocaria à esquerda. Mas acho que vc não havia percebido…a sua percepção é mesmo rasteira, coitado. Não tem capacidade de compreender que, quando estou me referindo a mim pejorativamente, estou sendo irônico. Acho que vc nem ao menos sabe o que significa ironia, que dirá compreender como ou com que objetivo usá-la em um texto. Eu tenho todo o direito de utilizar o “internetês”, afinal sou de esquerda…mas vc, onde está o bom e refinado Português da direita? Fala de períodos embolados um asno que escreve isso: “O que só pode indicar o que apontei anteriormente.”. O que só pode…o que apontei…o quê…o quê…eita nóis! De nada adianta tentar desqualificar-me com predicados pejorativos, advindos de teorias paranoides acerca do que sou, como me comporto ou o que faço (o que, aliás, não é da sua conta). Então por que motivo eu leio os seus textos porcarias (e booota porcaria nisso!)? Simples: Eu me divirto! Isso mesmo, eu me divirto evidenciando a sua ignorância. Divirto-me vendo como vc se esforça pra tentar encontrar maneiras de esquivar-se dos meus argumentos. Divirto-me vendo como vc tenta utilizar os meus próprios argumentos contra mim: Eu chamei seu texto de porcaria, vc insinuou que minha resposta era um lixo; Eu citei seus erros grosseiros de português, vc quis encontrar defeitos de português na minha resposta. Oras, pelo menos tenha o mínimo de criatividade para bolar seus próprios argumentos! Faça-me o favor! “Tenho mais de 100 textos neste sítio, mas por este comentário sou incoerente gramaticalmente?”. Não, não…gramaticalmente, não. É incoerente mesmo! Pois foi neste texto, anta, que vc afirmou ser o bom Português um dos quesitos da direita. Então, que tipo de direitista é vc, Sr. erros de português?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Você continua a não entender bulhufas, e segue tergiversando…

            Não entendeu uma contra-ironia, não captou a ludicidade do texto. Ai, ai. Quanta preguiça tenho de responder você, Sr. Esquisito. Me bate aquela vergonha alheia ler uma argumentação de que sou incoerente porque disse que “bom português é de direita” e, sendo um direitista, errei um acento. Ui!

            Na moral, só sendo uma alma por demais caridosa para seguir esse papo com um ser como você. Claro que fico triste do meu texto ter atraído um boçal, que nem xingar sabe. Nossa língua é tão rica nesse aspecto, nos propicia tantas opções e variantes, mas você não as aproveita na tentativa de me ofender e irritar. Paciência.

            Por outro lado, fico feliz com mais comentários. Sejam ruins ou não, são comentários, estão movimentando à Feedback. Ótimo. Até porque, já temos material de diálogo suficiente para possibilitar qualquer leitor futuro a tecer um julgamento a respeito. Para analisar e concluir quem é o idiota e quem não é.

            Não foi o primeiro e nem será o último troll que recebemos. Mas somos bonzinhos, deixamos você chafurdar na bosta à vontade, nos rendendo mais views e comentários. Continue se divertindo. ;)

            P.S.: “Eu tenho todo o direito de utilizar o “internetês”, afinal sou de esquerda”; e tem o direito de ir tomar no cu também, afinal, é de esquerda. Faça bom uso.

          • Fabio Ilczuk

            Kkkkkk…caaaalma! Por mandar os altercantes tomarem no cu e lhes “permite” chafurdar na merda (tratar-se-ia dos seus textos?), nota-se que vc realmente entende de “boçal que não sabe xingar”! Afinal “nossa língua é tão rica nesse aspecto, nos propicia tantas opções e variantes…”.
            Gosto de chamar as pessoas de “asno”, “anta”, etc. O que vc tem contra? Considero uma forma carinhosa de indicar tratar-se de animais (no sentido carinhosamente pejorativo).

            O seu texto é muito ruim, demonstra a fatuidade da sua mente deturpada, cheia de preconceitos e conclusões superficiais acerca de temas frívolos.
            Ao banalizar o tema direita x esquerda, que está presente em quase todos os seus péssimos textos, vc demonstra o quanto é em si mesmo banal. Vc não consegue fugir disso, aliás, tudo que vc é não passa disso: Banalização do conceito direita x esquerda.

            Até quando tenta tratar o tema de forma séria, vc produz piadas, cujo protagonista é o próprio narrador, travestindo um paladinismo quixotesco às avessas.

            Quanto a mim? Bom, acho que estava bem claro desde o início que as perguntas da minha primeira “intervenção” eram puramente retóricas, justamente para demonstrar a fatuidade e inópia do seu texto (se é que o podemos chamar assim.).
            Ou seja, eu te fiz de bobo. Estou rindo até agora de uma piada, que na verdade é vc!!!! Obrigado!

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Mandar um aspirante a altercante como você tomar no cu é mandar ir se divertir, nada mais.

            Chafurdar na bosta é tudo que você soube fazer desde que pintou por aqui, com ideias a meu respeito totalmente infundadas, calcadas em comentários em outro site de sabe-se lá quando, não se dando ao trabalho ao menos de ler o que tenho escrito por aqui antes de tecer esta “estatística”:

            “O seu texto é muito ruim, demonstra a fatuidade da sua mente deturpada, cheia de preconceitos e conclusões superficiais acerca de temas frívolos.

            Ao banalizar o tema direita x esquerda, que está presente em quase todos os seus péssimos textos, vc demonstra o quanto é em si mesmo banal. Vc não consegue fugir disso, aliás, tudo que vc é não passa disso: Banalização do conceito direita x esquerda.”

            O tema direita e esquerda não está presente em quase todos os meus textos, tal afirmativa demonstra como você é desonesto e desqualificado. E ainda me chama de banal por isso. Mentiroso! Pegue cada texto meu aqui e conte um por um para NÃO chegar a este dado, otário. Você inventa um dado, totalmente alheio a realidade, e me chama de banal. Uhum, banalzão eu…

            E o resto do trecho prova mais um vez que você é burro, ou se faz de. Não entende, no enésimo comentário, a ludicidade já diversas vezes proclamada do texto, insistindo em entendê-lo como bem quer para proferir seus ataques juvenis contra alguém que discorda de você.

            É, você me fez de bobo, segundo você mesmo, sei… E eu que sou a piada.

            P.S.: Ufa, me esforcei pakas para escrever esse comentário, nossa, nem imagina. Mas consegui. Continua comentando aí, rindo de mim, do meu texto, e mandando views, tá pouco ainda, manda mais.

          • Fabio Ilczuk

            Então eu me divirto indo tomar no cu? Muito interessante a forma como vc trata as pessoas que discordam de vc e como embasa suas opiniões acerca destas em fatos e comportamentos e não em meros devaneios preconceituais…vc é muito inteligente e perspicaz, pelo que vejo.

            Cara, estou dizendo mela milésima vez que acho seu texto ruim, aprenda, entenda…só porque um texto intenta ser lúdico ou qualquer outro gênero não significa que seja bom ou seu conteúdo válido. Cara vc é muito ignorante e estúpido com relação ao conteúdo dos comentários dos que discordam de seus pontos de vista. Vc é superficial e banal, cara…essa é minha opinião depois de ler algumas destas merdas que vc posta. Eu tenho direito a uma opinião. O fato de vc estar querendo me desqualificar ao mesmo tempo em que desesperadamente tenta “provar” a mim mesmo que estou errado em meus comentários demonstra o quão pouca autoestima vc tem. Chego a ter pena de vc.

            Não me importo com suas ironias de quinta categoria, não ligo pra estes lixos de textos “lúdicos” ou qualquer outra coisa. Vc, a meu ver, não está qualificado pra escrever nenhum tipo de texto que não sejam estas agressões baratas, como nestas respostas a mim. Note que nunca me referi à sua pessoa, não te conheço, graças ao caos…para o meu bem. Tudo que posso medir é o seu pífio potencial na escrita e ele é realmente um lixo em comparativo com os reais escritores e colunistas.

            Estes cacoetes adolescentoides (hum, huhum, ui!) a que vc recorre, via de regra para expressar “ironia” são subterfúgios que demonstram o quão bom escritor e articulador de frases vc é…nossa, que horrível. Que sensação desagradável ler uma coisa destas de um cara que “se acha”, como vc…

            É interessante como um ser pensante como vc consegue avaliar o caráter “desonesto e desqualificado” de uma pessoa com base nas críticas que ela faz a seu respeito, em algumas linhas. Eu diria que vc deveria utilizar este dom magnânimo para tentar livras o país da corrupção, valendo-se de seus dons premonitórios para identificar os desonestos e desqualificados que pretendam adentrar os meios políticos. Não seria um bom uso para este dom extraordinário?

            Banal, segundo os dicionários, significa: Aquilo ou aquele que não possui originalidade. Pois bem, seus textos são banais na minha opinião. Carecem de originalidade; carecem de embasamento em fatos e estudos, já que vc dificilmente cita fontes, limitando-se a expressar sua opinião como verdade universal; Carecem de significado, em minha opinião, são desconexos e incoerentes…mas esta é a minha opinião.

            Se vc mesmo não consegue perceber (ou assumir) que em praticamente todos os seus textos o seu posicionamento é sempre o de direita, e que vc gosta de deixar isso bem claro…que vc sempre aborda temas em que possa deixar isso bem claro (legalização da maconha, reportagens e repórteres da tv, filmes, programas de TV, etc.), se vc não é homem suficiente para assumir isso, eu não posso fazer nada. Mas negar que em todos os seus textos vc faz de tudo para deixar claro (agressivamente, às vezes) o quão bom e verdadeiro é o posicionamento ideológico que vc defende (direita) e o quão estúpidos e ignorantes são os que pensam contrariamente a isso, já beira a hipocrisia. Seja homem!!!

            Chamar-me de desonesto por apontar uma característica óbvia em seus péssimos textos beira o delírio…ou vc é muito burro, ou muito ingênuo com relação ao conteúdo destas merdas que vc chama de textos.

            Enfim…não cabe a mim demonstrar coisa alguma e não como alguém poderia me considerar desonesto por expressar minha opinião, a não ser que esse alguém seja mesmo uma pessoa…muito pequena e mesquinha.

            Deixo a vc um texto magnífico, este sim um belo texto lúdico – Discurso do Filho da Puta, de Alberto Pimenta:

            Discurso do filho-da-puta.

            O pequeno filho-da-puta
            é sempre
            um pequeno filho-da-puta;
            mas não há filho-da-puta,
            por pequeno que seja,
            que não tenha
            a sua própria
            grandeza,
            diz o pequeno filho-da-puta.

            no entanto, há
            filhos-da-puta que nascem
            grandes e filhos-da-puta
            que nascem pequenos,
            diz o pequeno filho-da-puta.

            de resto,
            os filhos-da-puta
            não se medem aos
            palmos, diz ainda
            o pequeno filho-da-puta.

            o pequeno
            filho-da-puta
            tem uma pequena
            visão das coisas
            e mostra em
            tudo quanto faz
            e diz
            que é mesmo
            o pequeno
            filho-da-puta.

            no entanto,
            o pequeno filho-da-puta
            tem orgulho
            em ser
            o pequeno filho-da-puta.

            todos os grandes
            filhos-da-puta
            são reproduções em
            ponto grande
            do pequeno
            filho-da-puta,
            diz o pequeno filho-da-puta.

            dentro do
            pequeno filho-da-puta
            estão em ideia
            todos os grandes filhos-da-puta,
            diz o
            pequeno filho-da-puta.

            tudo o que é mau
            para o pequeno
            é mau
            para o grande filho-da-puta,
            diz o pequeno filho-da-puta.

            o pequeno filho-da-puta
            foi concebido
            pelo pequeno senhor
            à sua imagem
            e semelhança,
            diz o pequeno filho-da-puta.

            é o pequeno filho-da-puta
            que dá ao grande
            tudo aquilo de que
            ele precisa
            para ser o grande filho-da-puta,
            diz o
            pequeno filho-da-puta.

            de resto,
            o pequeno filho-da-puta vê
            com bons olhos
            o engrandecimento
            do grande filho-da-puta:

            o pequeno filho-da-puta
            o pequeno senhor
            Sujeito Serviçal
            Simples Sobejo
            ou seja,
            o pequeno filho-da-puta.

          • Rodrigo Cotton

            Fábio, é natural que o Fernando aponte sua desonestidade intelectual pois ela é latente. Qualquer dos leitores habituais percebe que ele não tem vergonha nenhuma de defender suas posições de direita, e é claro que ele as considera corretas, caso contrário não as manteria. Discorrer sobre isso é reafirmar o óbvio. Pura perda de tempo. Qualquer leitor habitual percebe que noutros textos ele não toca no assunto política, direita-esquerda, etc. Seus textos de MMA são um ótimo exemplo. Qualquer leitor habitual percebe que ele preza pelo bom português, e o faz muito bem, apesar de uma ou outra falha ocasional. Acontece, ninguém é perfeito. Eu li a discussão e juro que não entendo qual o seu prazer de ficar comentando e insultando alguém que você cisma que não é importante, que é ruim, etc. O que me incomoda eu simplesmente ignoro. Ele não tá indo até você esfregar os próprios textos na sua cara. Essa sua perseguição beira a insanidade. Seria inveja? Imagino que sim. Nós, cristãos, acreditamos que devemos medir a qualidade de uma árvore pelos seus frutos, e podemos ver aqui na Feedback que os frutos do Fernando são bons, muito bons. Se você acha que se equipara, ou que pode fazer melhor, crie um blog, uma outra revista, ou qualquer outra coisa, exponha suas opiniões, ou peça ao Fernando para expor aqui mesmo seus textos. Se confia nos seus argumentos e na sua ideologia, acredito que não vá fugir ao debate sério de ideias. No mais, recomendo que evite ficar tentando rebaixar o opositor intelectual através de ad hominens e afirmações falsas. Isso sim é prova da sua desonestidade e do seu baixo apreço pela verdade.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Obrigado, Rodrigo, agradeço o reconhecimento. Me defendeu bonitão, mas eu não publico esse hater filha da puta nem que ele me pague.

            Não teria como. Tenho até prazer em propor o debate e publicar quem pensa diferente, de forma que fosse eu escolher somente quem pensa igual para escrever aqui, não teríamos conteúdo, visto a unicidade que tenho em diversos pontos ante a massa e considerando ainda a chatice que seria.

            Comemoro o fato de ter um hater, isto significa que minha letra incomoda – o fato de ficar aqui chafurdando no meu texto mais bobo e simples indica o puro haterismo -, mas publicar um mané que só xinga e usa mal ad hominens não dá. Olha como ele veio até nós: http://www.feedbackmag.com.br/jaques-wagner-se-enganou-carlos-marighella-nao-foi-assassinado/#comment-1259676017.

            É um doido, que afirma isso e aquilo na esperança de que sua palavra tenha poder e eu realmente me torne isso ou aquilo. Daqueles otários que no ao vivo, um “Pedala Robinho” resolve, mas via internet se acham os tais. Paciência e mais comentários para a revista!

          • Fabio Ilczuk

            Rodrigo, existe desonestidade latente? De onde vc tirou este conceito? Por favor cite fontes para não parecer que vc está apenas falando um monte de bobagens. Não iríamos querer isso, não é?

            Se me permite discordar, nobre defensor, não é nenhum pouco óbvio discorrer sobre “isso”. Segundo penso, poucas são as coisas no mundo que podem ser reduzidas a essa visão direita x esquerda. Ater-se apenas a isso, insistir em afirmar e escrever sobre isso a todo momento me parece uma atitude simplista. Querer traduzir todos os temas a partir desta ótica me parece um absurdo.

            Cito como exemplos a China, o Paquistão, Indonésia e Rússia…claramente as situações geopolíticas que imperam nestas regiões são muito mais decorrentes de características socioculturais ou religiosas do que de alinhamento direta x esquerda. No mais das vezes, esta dicotomia serve apenas para mascarar a realidade muito mais disforme e múltipla que rege a política destas e muitas outra regiões.

            Dizer que existe algum alinhamento político-ideológico do governo federal (PT) com a esquerda efetiva e praticamente, me parece um disparate (só estou exemplificando), pois não há medidas concretas que corroborem tais afirmativas naquele sentido. No Brasil os bancos e as multinacionais são as que mais faturam, o fosso entre ricos e pobres continua imenso, praticamente não há reforma agrária, os ruralistas oligarcas são uma força predominante no congresso, etc. Onde estaria este alinhamento com a esquerda, senão no nome? Este fisiologismo pernicioso, burocratização excessiva, entraves, conchavos…tais características não são exclusivas deste ou daquele governo, deste ou daquele partido, existiam na época do FHC, existem agora, perduram e crescem de forma apartidária e sem respeito a ideologias. Vide o PSD, que é um partido claramente sem alinhamento, um partido de aluguel.

            O que te incomoda vc simplesmente ignora? Então como explica o texto que agora respondo???? Vc ficou claramente incomodado com o que escrevo a respeito do seu “cliente” e veio aqui defendê-lo, não deveria ter simplesmente ignorado?

            Eu não o estou atacando, estou apenas respondendo cada vez que sou questionado…pode-se ver que há uma alternância de respostas e contrarrespostas. O que invalida o seu argumento de que ele não está vindo até mim, pois cada vez que abro o e-mail e consta uma resposta dele, bom, ele está sim vindo até mim. Nega isso? Nega que vc tenha vindo até mim? Vai dizer agora que estou te “atacando” insana e desmotivadamente também?

            Não questiono a sua visão dos textos aqui escritos…eu apenas tenho o direito de expressar a minha e o faço. Afinal, não se chama feedback? Afinal não há campos para que os leitores expressem suas opiniões acerca dos textos? Ou estes campos estão destinados exclusivamente aos que concordam com os conteúdos destes e os consideram obras primas da literatura? Existe o campo para eu me expressar e eu o faço, simples assim.

            Eu já exponho aqui os meus textos, este é um deles, caso não tenha percebido. Não estou questionando a transparência deste sítio, jamais o fiz. Bem como jamais questionei a moral e correção dos que aqui escrevem. Apenas não gosto dos textos, não vejo neles qualidades e posso diante disso ficar quieto ou me expressar. Tanto quanto eles aqui têm o direito de expressarem suas opiniões, eu tenho o meu e o utilizo.

            Pelo que posso ver das respostas aqui postadas entre mim e o seu “cliente”, estamos utilizando armas parecidas para este embate e posso citar mais de uma vez em que ele proferiu ofensas contra a minha pessoa…eu não estou chorando e resmungando por conta disso, faz parte do embate. Posso provar que muitas das afirmações que ele fez a meu respeito são falsas (que eu cedo as partes íntimas, p.ex.). Isso seria igualmente prova da desonestidade intelectual deste senhor, ou seu raciocínio aplica-se exclusivamente a mim?

            P.S. Quando vc disse que minha “desonestidade” é latente, acho que vc queria dizer que ela é patente. Já que latente significa oculto, encoberto e patente, sim, significa evidente, manifesto (o que acho que vc tentou insinuar)…enfim.

            Um abraço.

          • Rodrigo Cotton

            Eu quis dizer o que eu disse. Sua desonestidade é latente pq é dissimulada. Você ainda posa como quem está apenas contrapondo o texto, mesmo após diversos ataques a pessoa. Isso é desonestidade dissimulada em forma de argumento.

            Você citou o PT como prova de que o alinhamento político brasileiro não se enquadra a esquerda. Acredito que ou você tem uma visão bastante romântica do que é a esquerda, ou está apenas mascarando o óbvio. Todas as medidas do PT são bandeiras de esquerda. Se os bancos são os que mais faturam, você deveria ficar feliz por isso. A bancada ruralista tá longe de ser maioria no congresso, caso fosse o PT não teria a governabilidade que tem. Porém não quero discutir política com você. Não to aqui pra isso.

            Vou simplesmente ignorar as insinuações jocosas de que sou um “advogado”, pois não vale o meu tempo. Não respondi por você me incomodar, pois até então não estava me incomodando, o fiz simplesmente pra expor desonestidade no teu discurso. Estás sendo hipócrita.

            Você vem até aqui para ler textos dos quais tanto fala mal de um autor que você tanto odeia. Você vem até os textos. Não o contrário. O autor, como norma do site, deve responder comentários nos seus textos. Isso não significa ir até a sua pessoa, pois ele está apenas trabalhando ainda dentro do seu território, que é a revista e a área de comentários dos próprios textos.

            Você tem mais é que dar a sua opinião acerdca do que lê, é o seu direito, mas qualquer pessoa que passa por aqui pode observar claramente que seu problema não é com as ideias descritas, não com os argumentos, mas sim com a pessoa.

            Está se portando como um típico hater, daqueles que só fazem gastar o tempo de quem produz conteúdo. Perde seu tempo, e o nosso, numa masturbação mental imputando adjetivos pejorativos aos diversos textos do Fernando, tece comentários que em nada acrescentam, visto que rapidamente saem da área das ideias e perde toda cordialidade de uma crítica séria incorrendo em ofensas e mais ofensas.

            Fale o que quiser, é seu direito. Mas se a produção deste te incomoda, não leia. Assim como não leio e o Fernando não lê o que você escreve, desde que não seja direcionado a nossa pessoa.

            Sem mais por hoje e sempre. Passar bem.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Caramba, agora que entendi, o senil rapaz pensou que havia convocado meu advogado. Hahaha. Por isso justificou-se de que também foi xingado, coisa e tal. Putz… Acho que sinto cheiro de merda.

          • Fabio Ilczuk

            Pois bem, então minha desonestidade é ponto pacífico. Assim sendo, prossigamos.

            As medidas do PT são bandeiras da esquerda? TODAS? Onde está a reforma agrária? Onde está o maciço investimento em educação básica e de qualidade por parte do Estado? O enriquecimento dos bancos é bandeira da esquerda? A desigualdade social? Vc não sabe nada sobre as bandeiras de esquerda, por favor, não fale sobre o que não domina.

            Interessante esta interpretação de que sou um “hater” por dar minha opinião. Se eu gostasse do texto e fosse apenas mais um puxa-saco seria um “lover”. Há até aqui uma dicotomização, não é? Realmente, o mundo é preto no branco. E quem se opõe a esta teoria e seus disseminadores é “hater”, claro, claro…que mais? Já que isso faz todo o sentido do mundo, o maniqueísmo é o que há.

            O que faço com meu tempo é problema meu, salvo engano.

            Agora, essa de que eu venho até aqui é a maior mesmo. Estamos em um espaço de hipertexto, creio, ou seja há milhares de links e referência e atalhos. Isso aqui NÃO é bidimensional. As informações aqui postas é que vão até os leitores, de alguma forma ou de outra, seria um absurdo o contrário, não? Imagina: ah, eu adivinho que fulano escreveu tal coisa em tal lugar e vou lá para comentar. Se os textos, pelo menos um deles, não tivesse vindo até mim, como eu teria tido conhecimento dele? por mágica? Ou este é uma das funções do sexto sentido dos “haters”?

            Meu problema é contra as ideias e deixei isso bem claro desde o primeiro comentário…se vc não consegue perceber, não posso fazer nada. Desde o primeiro comentário esclareço que considero os textos rasos em ideias, fracos, fátuos, mal organizados, sem criatividade e tradutores de uma visão míope sobre o mundo.

            Essa de “hater” deve ser uma estratégia de vcs, gênios, pra tentar desqualificar meus argumentos. Interessante manobra, mas creio que deveras infantiloide, não acha?

            Eu não odeio autor algum, sequer reconheço que alguém por aqui seja autor. Mas sim, eu venho até aqui, leio, analiso e, se discordar do conteúdo em seu todo ou em parte, eu falo mal. Algum problema com isso?

            Interessante é que estou em minha casa e o conteúdo desta mer…digo, desta revista está no monitor do meu computador neste exato instante, ainda assim sou eu que estou indo até vcs?! Oh, como o mundo é mesmo injusto. Oremos para que o santo pai livre a terra de tais pragas!!!

            “Fale o que quiser, é seu direito. Mas se a produção deste te incomoda, não leia. ” Mas…e se eu quiser ler? esse conteúdo não é público? não está circulando pela hiper-rede neste momento? não supõe trazer informações, opiniões? não está sujeito a análises pessoais, juízos de valor, ponderações e etc? Então do que reclamas, fio?

            Outra coisa: A bancada ruralista têm maioria (dentro da sua área de atuação). Poxa, tem que desenhar? Em seu campo de atuação, ou seja, o âmbito dos interesses dos ruralistas, há esta maioria e predominância…o mais é mais.

            Uma crítica é uma crítica, ela não precisa ser séria ou cordial: há paródias que são críticas, há comédias que são belas críticas, dramas que são críticas…etc.

            Mundo das ideias? Andas a ler muito Platão, filho. As críticas não devem se prender a formas, justamente por deverem fidelidade ao conteúdo que as define, através de um minucioso exame de valores. Todos que se supõem autores e divulgam textos, defendendo opiniões, tecendo comentários, etc, estão sujeitos à crítica. Quanto a ataques pessoais, pois bem, faça por vc mesmo uma análise de quantos ataques pessoais partiram de minha parte desde o primeiro de meus comentários e quantos partiram da parte adversária…respondo de acordo com que sou respondido, não tenho sangue de barata e também isso aqui não é um teste de etiqueta francesa.

            Muito interessante este seu pensamento de que devemos ler, analisar, tecer críticas somente sobre conteúdos que forem direcionados à nossa pessoa. Acho que a visão romântica no fim das contas é sua.

            Na verdade não há muito que argumentar com vossa senhoria, pois não há aqui argumentos válidos que valham a pena rebater. O senhor apenas reiterou a minha condição de “hater”, de desonesto intelectual e novamente me aconselhou cavalheirescamente a não ler e não tecer críticas contra este grande arauto das letras brasilianas…pois bem, eis o resumo do que disseste.

            Não há de fato aqui uma ideia desenvolvida, um argumento perspicaz, uma motivação em fatos.

            Não houve sequer resposta aos quesitos apresentados anteriormente. Ou seja, me parece que o senhor é apenas mais um produtor de monólogos que só lê o que lhe agrada e já tem definitivamente sobre suas asas a verdade universal, como este outro cavalheiro, Fernando.

            Finalmente, qualquer pessoa que passe por aqui cabe facultada a possibilidade de ler o que a qui foi escrito e julgar por ela mesma as informações, ideias, agressões, ofensas, gracejos, hipérboles, metáforas…ou quaisquer outras traquitanas da língua aqui utilizadas…como o senhor o fez, suponho. No mais, não estou aqui para ser apreciado, amado, reconhecido ou adulado. Como disse anteriormente, escrevo aqui porque o espaço para respostas existe…leio os textos porque são públicos e de uma forma ou de outra chegaram até mim. Leio, se não concordar com o que ali se afirma, contra-argumentarei. Disposição para isso não me falta.

            Quanto a essa de “hater”, bom isso já é parte desta dicotomia míope que venho apontando há tanto tempo nestes textos lixos que leio por aqui: Uma pessoa discorda do que eu escrevo…ora, então na cerca ela me odeia! bingo!!!!

            E como digo, sempre essa visão limitada das coisas e dos fatos do mundo…que fazer?!

            Adeus, cidadão

          • Rodrigo Cotton

            Nem li, já sei que é a mesma bosta de sempre. Você escreve a cada comentário mais do mesmo. Eu tenho mais o que fazer do que perder meu tempo com um iludido que pensa que o PT não é um partido de esquerda só porque não cumpre o que promete. Acorda pra vida. Comunismo é isso. Vender o que não pode entregar e fabricar idiotas úteis, como você, pra ficar propagando chorume na internet. Vai ler cara, vai estudar. Quem sabe não aprende alguma coisa…

          • Fabio Ilczuk

            Como eu disse ao seu amiguinho há tempos, quem não sabe o que é esquerda é vc. vá estudar o assunto, o surgimento, a revolução francesa, o cartismo, robert owen, charles fourrier, o capital, etc, etc, etc, depois venha falar comigo. ou sua opinião deve ser aceita como verdade e ponto?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            “Se me permite discordar, nobre defensor, não é nenhum pouco óbvio discorrer sobre “isso”. Segundo penso, poucas são as coisas no mundo que podem ser reduzidas a essa visão direita x esquerda. Ater-se apenas a isso, insistir em afirmar e escrever sobre isso a todo momento me parece uma atitude simplista. Querer traduzir todos os temas a partir desta ótica me parece um absurdo.”

            Ignorando o fato de que pouco nos importa o que você pensa (direita x esquerda reduzem poucas coisas no mundo), e que seu perfil – por esse pensamento – foi já dito existir logo nas primeiras linhas do texto o qual estamos falando embaixo, esse trecho mostra a desonestidade que, óbvio, como desonesto seguirá negando – enquanto durar minha paciência.

            Você afirma que euzinho atenho-me apenas a isso (direita x esquerda), que insisto e escrevo sobre a todo momento, e que isso é uma atitude simplista. Discordo que seja simplista, porém, isso não vem ao caso, pois é uma deslavada mentira o fato de que só escrevo sobre a temática “direita x esquerda”. Uma sonora, louca, suja, mentira!

            Que só poderia vir de um sujeito com “essa cara”. Você, por um acaso, leu todos o meus textos aqui? Contabilizou em cada um qual continha esta temática para vir arrotar essa afirmativa? Claro que não, pois senão não a faria.

            Vá lá, leia todos, conte quantos apresentam esta temática, e tome no cu. Aproveite para descobrir o que é ser desonesto. Antes, se já não merecia resposta, agora mesmo que não a terá. Apenas troça. Terá que encontrar outra alma benevolente para haterizar.

            Sobre outra mentirinha sua: Então não foi você que veio até mim através de comentários meus no site PapodeHomem? Devo ter te mandado um e-mail, mesmo saber qual é o seu e-mail, e pedido para que viesse aqui me xingar. Só pode.

            Filha da puta desonesto do caralho, cara de pau, demente e mongol. Pronto, Fabio “Bostinha” Ilczuk definido.

            Para demais leitores guerreiros que acompanham esse papo – duvido que existam, não desejo tal perda de tempo a ninguém -, vejam como o meliante apareceu entre nós nesse texto, embebecido em raiva: http://www.feedbackmag.com.br/jaques-wagner-se-enganou-carlos-marighella-nao-foi-assassinado/.

          • Fabio Ilczuk

            kkkkkkkk “Uma sonora, louca e suja mentira!”

            Clap, clap, clap…bela apresentação! Estamos em um teatro agora? eu represento o papel de “hater”? Muito interessante o seu modus operandi. quer dizer que eu vim até vcs com um texto embevecido de raiva????

            Chemei-lhe asqueroso, seus textos produzem-me asco deveras. Uma mente limitada, que trama textos capenga, falhos em argumentação, sem a devida fundamentação, assertivos como “verdades universais” que prescindem de demonstração. Nota-se mesmo quanto ódio destilado contra a sua pessoa!!!!

            Já disse que não preciso ler todos e já disse que a maioria tem esta temática. li alguns (cerca de vinte) e com base neste número tracei uma estimativa percentual sobre aqueles que possuíam a esta temática míope e frívola (cerca de 15). Por acaso as pesquisas de opinião são feita com base em entrevistas todos os cidadãos? Isso se chama processo de amostragem e é amplamente aceito como um princípio da matemática…se não gosta, reclame com os estatísticos “puros e aplicados”.

            Como disse anteriormente, isso aqui é um universo de hipertexto. Acho que vc sabe o que significa, não é? Vc acha que o que vc escreve não está rodando na rede? não está invadindo a casa das pessoas através de links, referências cruzadas e tudo mais? esta merda de revista não está no monitor do meu computador agora mesmo? então como é que eu é que fui até vc, gênio? Isso aqui é tridimensional, a informação está circulando e vai sim até as pessoas, caso vc não saiba.

            Não sabe que se pode fazer uma estimativa do todo com base na parte analisada. não sabe o que é hipertexto e como é sua dinâmica. não gosta de ser criticadinho e fica todo emburradinho. coisa mais infantil, meu carinho. tenha mais compostura, seja homem!

            “Filha da puta desonesto do caralho, cara de pau, demente e mongol. Pronto, Fabio “Bostinha” Ilczuk definido.” Obrigado pelos elogios! vindos de vc, significa muito…como eu disse antes, mas parece que a vc só interessa a “desonestidade” alheia, vc pode provar que sou tudo isso, ou são apenas injúrias sem fundamento? é espantoso que um grande autor de belos textos, e não um autorzinho de quinta que só faz merda, tenha que recorrer a estes depreciativos por lhe faltar, na certa argumentos. estou muito ofendido!!! acho que nem chegarei a dormir esta noite!!!!

            Como eu disse anteriormente também (isso está se tornando repetitivo!), não cabe a mim provar nada…esse juízo de valor foi formulado sobre textos interpretativos, que sequer se abalizavam sobre referências, fontes confiáveis…nada. compõem apenas uma grande tigelada de bravatas insignificantes…que moem e remoem o mesmo tema sempre. sempre mais do mesmo. uma opinião prescinde de provas quando se refere a conceitos, já disse isso também, mas parece que vc tem certa dificuldade para ouvir o que os outros dizem…ou compreender, sei lá.

            Só para vc saber, eu recebo atualizações do papo de home no meu e-mail, sim! Ops…parece que vc fez merdinha!!! Portanto ao abrir o e-mail e ir para minhas leituras do site que sito, voilá: um comentário de um cidadão tecendo grandiloquentemente uma grande quantidade de asneiras. Oh, o que significa que vc, tecnicamente, veio até mim, senhor gênio. Veio até mim e inclusive me sugeriu este sítio e um texto seu sobre o Mujica (além de tudo, nem criatividade tem o coitado). Se quiser eu pego o link pra provar…mas acho que não precisa, não é??!

            Bom, vejo que o rumo deste seu monólogo está descambando pra baixaria mesmo…desesperada baixaria. é uma pena…um ser tão magnânimo, tão puro, tão douto…é uma pena com certeza! kkkkkkk

            P.S. Não escrevo aqui para ser lido, escrevo pelo fato de o espaço existir e vc ter ido até mim com suas asneiras…espero que tenha ficado claro. se não ficou, azar!

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Claro que isto está girando em círculos, é o que você faz, prolixo que só. E ri de si mesmo, ao que parece.

            É patética essa sua argumentação sobre hipertexto, sério mesmo. Bizarra demais. E ainda diz que não é um desonesto intelectual. Cada tentativa sua de perverter a verdade demonstra isso. Roda, roda, cisca, cisca, mas não dá para mudar fatos ocorridos. E é fato que você veio até aqui, que comentou um texto em primeiro lugar. Não lhe mandei um e-mail, não lhe marquei no Facebook, nada. E ainda pede para que eu seja homem. Estamos vendo quem não é.

            Um mentiroso contumaz, é isso que és. Tens 18 comentários com esta conta do Disqus, 17 aqui. Mas não é hater, e foi eu que fui até você com meu textos “lixos”. Não era conhecido do mundo que publicar textos em espaço aberto na internet era ir diretamente a alguém.

            Detalhe: tu não sabe o que é “hater”, dá uma lida na aplicação internética e popular do termo aí, dá.

            E cole aí o que tem de comentário meu no PdH lhe convidando. Passei agorinha no texto do Mujica lá para ver, né, vai que… Poderia ter me faltado memória nesse caso. Mas eu sequer dialogo com você lá (ao menos não nessa conta sua).

            Pesquisei também pelo link do texto do Mujica no Google (https://www.google.com.br/#q=http:%2F%2Fwww.feedbackmag.com.br%2Fjose-mujica-o-obvio-ululante-e-a-verdade-sem-destaque%2F), a fim de saber se o colei em algum lugar convidando alguém a lê-lo. Nunca!

            Sendo assim, só posso dizer que um sujeito que acha um convite direto para o que quer que seja comentar num outro site, o qual assina por e-mail, é a mais pura definição de desonesto intelectual.

            P.S.: Exercito a arte xingar com você e acha que estou emputecido. Parece aquele antigo programa: “Acredite se quiser”.

            Enfim…

          • Fabio Ilczuk

            Eis o que vc disse, senhor honesto: “Depois do pequeno debate por aqui, resolvi escrever sobre o Mujica e postular melhor o porquê de não me ufanar com ele.”

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Hahah! É, isto foi mesmo um convite à você, par vir me xingar. OMG!

          • Fabio Ilczuk

            Pois então, um convite. público, e eu, público, vim ler esta obra de arte…

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Ah, sim, e não fui irônico ao confirmar.

            Olha como é desonesto: o suposto convite era para um texto, estamos falando em outro, e seu primeiro comentário no site foi ainda em outro. Doido.

          • Fabio Ilczuk

            vim a esta merda através de vc, de seus comentários naquele texto do phd…os seus comentários estavam no meu e-mail. eu vim até aqui a partir daquilo. vc foi até o meu e-mail. ponto.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Nenhum ponto, não fui até o seu e-mail. Manda o print do e-mail em que fui até o seu e-mail.

          • Fabio Ilczuk

            vc vai até um outro site, tenta desqualificar as opiniões do autor (aquele sim um autor) daquele texto e agora vem chorar pq estou aqui? ah, poupe-me!

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Não estou chorando, doido. E não tentei desqualificar o autor – aquele sim, como diz você; até porquê aquele texto era apenas para expor um discurso de um terceiro, no caso o Mujica. Apenas opinei normalmente.

          • Fabio Ilczuk

            não cabe a vc dizer se tentou desqualificar ou não. aquele seu texto, como já disse, por se tratar de um texto conceitual carece de interpretação. a não ser que vc seja, como já disse também, o dono absoluto da verdade. o que duvido muito.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Não cabe ao autor de um comentário dizer a real intenção do próprio comentário. Interessante.

          • Fabio Ilczuk

            não cabe. textos conceituais são interpretativos. já que se baseiam e conceitos e conceitos têm, geralmente, valor variável de pessoa pra pessoa…ou devo admitir como verdade aquilo que vc comentou lá só pq vc que escreveu o texto? entende a diferença?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Admita o que quiser como verdade, não é ponto. O ponto é que seu comentário sobre o meu comentário é conceitual, ou seja, interpretativo, então não cabe a você dizer qual interpretação terei dele, me obrigando a concordar com sua análise de que meu comentário, também conceitual e por isso interpretativo, tem o fim que afirma que tem.

          • Fabio Ilczuk

            neste caso não estamos tratando de conceitos (opiniões) mas sim de atos, escrever comentários, assinar feed, ler comentários, analisá-los, concordar ou discordar deles, decidir se respondo ou não. tudo isso são ações e não conceitos. cara, tu é burro?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Nossa, sou super burro, é super real perguntar isso a alguém e obter uma resposta sincera. Sou tão burro que olha quantas vezes tenho lhe respondido.

          • Fabio Ilczuk

            Se isso não é um convite, é o que exatamente? um comentário casual lá no phd?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Exatamente, um comentário casual.

          • Fabio Ilczuk

            Eu também não sabia que acessar um link no nome e de uma pessoa que vai até outro sítio e profere um monte de bosta, depois diz que vai “escrever sobre o assunto” era perseguir esta pessoa. interessante estas ignorâncias, não?

            O.K. Ponto pacífico, sou um “desonesto” só porque vc, o detentor da verdade, apesar de jamais ter provado, quer. pronto, encerrado este assunto.

            Agora, vai fugir como uma mulherzinha de todos os meus argumentos? vai ficar repisando esta mesma e batida tentativa de me desqualificar, mirando em mim e ignorando os argumentos? interessante, eu é que não sou homem? repito: seja homem, cara! honre que supostamente deve ter entre as pernas!

            como disse, comento porque o espaço existe e é, teoricamente democrático, vc expõe estas bostas de texto, isso me incomoda e eu venho aqui apontar-lhes as falhas…sou “hater” por isso? O.K. então sou…achei que era liberdade de expressão.

            Mas que seja, sou “hater”, sou desonesto, mentiroso contumaz…mas por favor, atenha-se aos meus argumentos. consegue fazer isso?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            O ponto é: você veio até o texto; levantando por outra pessoa, não por mim. Entrei nele porquê, após sua negativa, confirmou o que havia afirmado antes, és desonesto.

            Nesse comentário, confirma isso: “acessar um link no nome e de uma pessoa (…)”. Você acessou, veio até o texto, foi o que o Cotton disse e negaste com tamanha cara de pau.

            Agora que percebe que minha paciência chega ao fim, depois de mais de um mês, recorre a estes expedientes baixos de chamar de “mulherzinha” e dizer que estou correndo. Cidadão, estou há mais de um mês dando atenção aos seus argumentos, mesmo depois de iniciar de forma vil os comentários, acontece que, diante de tanta desonestidade, principalmente, chega ao fim minha vontade de respondê-los. Liberdade de expressão, oras. Para não expressão também.

            Sei que está se divertindo, mas, pô, desonestidade tem limite.

            Sim, comenta aqui por que o espaço é democrático – nada de teoricamente -, e não será ou foi impedido. Diferente, porém, é querer exigir resposta.

            “Atenha-se aos meus argumentos,” mi mi mi… Até não breve!

          • Fabio Ilczuk

            Já disse, sou desonesto, pronto. isso está resolvido.

            Agora, eu fui até vc?

            Abro o e-mail para ler o que sempre leio, o que sigo pq gosto do conteúdo. eis que tem um cara proferindo um monte de merdas lá com toda a arrogância e empáfia do mundo.

            Vc foi até lá e chegou a mim. vc disse que iria escrever um texto detratando o Mujica e era pra eu apenas dizer: ah, que legal! vc foi até mim, cara, o que vc escreveu lá veio até mim…isso é fato.

            o que ocorreu depois disso é consequência, se não fosse aquele episódio em nem saberia que esta merda existe. para de falar asneiras.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Não fui até você, mongo, você abriu o site e viu meu comentário. Fui até o PdH, não até você. Difícil, hein.

          • Fabio Ilczuk

            teoria dos vetores: vc foi ao phd, o phd veio até mim: qual a conclusão segundo a lógica?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Conclusão: somos dois leitores do PdH. Nada mais. O Pdh não foi até você, também, do nada. Chega um e-mail para você porque você foi até eles e assinou o Feed do site.

          • Fabio Ilczuk

            phd veio até mim no face, como sugestão de leitura. não fale sobre o que desconhece.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            E te obrigou com revólver na cabeça a assinar o Feed e, ainda, ler meu comentário e, ainda, sentir desejo de vir me xingar. PdH é sinistro mesmo.

          • Fabio Ilczuk

            veio até mim, esta é a ação desencadeante das demais, será que é difícil entender isso? nada disso teria acontecido se não surgisse como sugestão de leitura o phd no meu face ou se vc não fosse lá e comentasse aquelas merdas naquele texto. entende a lei da causalidade presente aqui? tá difícil mesmo.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Está difícil mesmo, pro meu lado. PdH foi até você, acessou porque quis, veio aqui porque quis. Não criei o código do Facebook que te indicou o PdH e não comentei lá te marcando para vir opinar sobre meu texto.

          • Fabio Ilczuk

            não se trata de querer, trata-se de determinar o fator que desencadeou a ação. a partir daí há reações, o fato de eu não assinar o phd ou não ter vindo até aqui seriam reações como foram estas outras. mas a causalidade está na ação. ela é que determina se haverá qualquer reação ou não. puta merda…

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Tá, fingirei que trata-se disso, como quer. Sendo a primeira ação do Facebook, como posso eu ter-lhe convidado a algo? Quem lhe convidou, a acessar o PdH, não meu texto, foi o Facebook. Maldito, Facebook!

          • Fabio Ilczuk

            Chega…pra mim já deu. fique com sua “verdade universal e irrefutável”, viva e morra com ela. só uma dica: expanda sua visão de mundo, acho que faria bem pra vc, ou mal, qualquer dos resultados seria melhor, eu acho.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Já? Poxa, estava tão legal.

            Estou expandido a quantidade de informações que tenho sobre o que julgo interessante, se isso expandirá minha “visão de mundo” não sei, até porquê, nem tô sabendo que ela é limitada.

          • Fabio Ilczuk

            phd veio até mim, pelo face, vc foi ao phd, qual a conclusão portanto?

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Pdh supostamente foi até você; eu leio o PdH e assumo que ao fazer isso vou até o site.

          • Fabio Ilczuk

            é patética minha argumentação sobre o hipertexto? kkkkkk e não foi assim que vc acabou adentrando meus e-mails? diga que não foi, por favor…para provarmos de uma vez por todas quem é o desonesto aqui.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Eu adentrei seus e-mails? De forma alguma. Printa aí o e-mail em que “adentrei” pela primeira vez sua caixa.

            Quando assina a newsletter de um site, é uma iniciativa sua assinar. E assinou, do PdH, site o qual sou mero leitor igualmente. Não recebeu e-mail meu, recebeu do site, e com o texto (Deles!), não os comentários. Meu comentário não foi para o seu e-mail, somente se você foi louco o suficiente para ter assinado o feed dos comentários daquele texto em específico sem nem mesmo tê-lo comentado.

            Segue em círculos.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Um mês depois, cara, é sério isso? Não sei como você aguenta esse tempo todo falando de alguém que despreza, acha burro, etc. e tal.

            “Cara, estou dizendo mela milésima vez que acho seu texto ruim, aprenda, entenda…só porque um texto intenta ser lúdico ou qualquer outro gênero não significa que seja bom ou seu conteúdo válido.”

            Está dizendo pela milésima vez para quê, a propósito? É um mantra que você repete na tentativa e moldar a realidade? Que você o acha ruim (este texto), nós já sabemos, e? No meu entender é no mínimo um texto funcional, ora, veja o tanto de comentários que já angariou.

            “Cara vc é muito ignorante e estúpido com relação ao conteúdo dos comentários dos que discordam de seus pontos de vista. Vc é superficial e banal, cara…essa é minha opinião depois de ler algumas destas merdas que vc posta. Eu tenho direito a uma opinião. O fato de vc estar querendo me desqualificar ao mesmo tempo em que desesperadamente tenta “provar” a mim mesmo que estou errado em meus comentários demonstra o quão pouca autoestima vc tem. Chego a ter pena de vc.”

            Não havia percebido que tentava lhe convencer de algo, mas de qualquer forma agradeço a pena que sente por mim. Não imagina o quão importante foi para a minha vida saber que meu hater do coração sente pena de mim. Minha “pouca autoestima” foi até amenizada por isso. Valeu. ;)

            “Não me importo com suas ironias de quinta categoria, não ligo pra estes lixos de textos “lúdicos” ou qualquer outra coisa. Vc, a meu ver, não está qualificado pra escrever nenhum tipo de texto que não sejam estas agressões baratas, como nestas respostas a mim. Note que nunca me referi à sua pessoa, não te conheço, graças ao caos…para o meu bem. Tudo que posso medir é o seu pífio potencial na escrita e ele é realmente um lixo em comparativo com os reais escritores e colunistas.”

            Estou vendo como não se importa com minhas ironias, assim como vejo que nunca se referiu a minha pessoa, com exceção de todas as vezes que comentou aqui. (Xingar não é se referir a pessoa?) És um contraditório internético ambulante. E se por reais escritores e colunistas, refere-se a gente que publica livro e mantém coluna em jornais, certamente, não há comparativo. Idiota é você de pensar que houvesse; somente de por breve segundo usá-los como referências melhores do que eu, já sinto-me lisonjeado.

            Ah, amo escrever essas “agressões baratas”. Muito me agrada a estética empregada.

            “Estes cacoetes adolescentoides (hum, huhum, ui!) a que vc recorre, via de regra para expressar “ironia” são subterfúgios que demonstram o quão bom escritor e articulador de frases vc é…nossa, que horrível. Que sensação desagradável ler uma coisa destas de um cara que “se acha”, como vc…”

            Nem sabia que eu me achava…

            “Banal, segundo os dicionários, significa: Aquilo ou aquele que não possui originalidade. Pois bem, seus textos são banais na minha opinião. Carecem de originalidade; carecem de embasamento em fatos e estudos, já que vc dificilmente cita fontes, limitando-se a expressar sua opinião como verdade universal; Carecem de significado, em minha opinião, são desconexos e incoerentes…mas esta é a minha opinião.”

            Ok, esta é a sua opinião, que imagino, é o contrário de banal, foi embasada em fatos e estudos, dotada de ímpar originalidade e não se limita a ser uma “verdade universal”… Parabéns por ela.

            “Se vc mesmo não consegue perceber (ou assumir) que em praticamente todos os seus textos o seu posicionamento é sempre o de direita, e que vc gosta de deixar isso bem claro…que vc sempre aborda temas em que possa deixar isso bem claro (legalização da maconha, reportagens e repórteres da tv, filmes, programas de TV, etc.), se vc não é homem suficiente para assumir isso, eu não posso fazer nada. Mas negar que em todos os seus textos vc faz de tudo para deixar claro (agressivamente, às vezes) o quão bom e verdadeiro é o posicionamento ideológico que vc defende (direita) e o quão estúpidos e ignorantes são os que pensam contrariamente a isso, já beira a hipocrisia. Seja homem!!!”

            Quando fui perguntando sobre meus posicionamentos para tê-los negado e assim demonstrar não ser homem, na sua visão? Minhas posições são minhas posições, e elas revelam um alinhamento à direita. Isso é óbvio, o haterzinho queria mais um desenho ao final de cada texto explicando? Ficará querendo, de qualquer maneira.

            “Chamar-me de desonesto por apontar uma característica óbvia em seus péssimos textos beira o delírio…ou vc é muito burro, ou muito ingênuo com relação ao conteúdo destas merdas que vc chama de textos.”

            Meus textos devem ser merdas mesmo, olha o público que atrai.

            “Enfim…não cabe a mim demonstrar coisa alguma e não como alguém poderia me considerar desonesto por expressar minha opinião, a não ser que esse alguém seja mesmo uma pessoa…muito pequena e mesquinha.”

            O Rodrigo Cotton já explicou corretamente porque sua adjetivação de desonesto – não que esperamos que entenda, só registrando mesmo.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Outra coisa: ” Eu tenho direito a uma opinião.” – Eu ri nessa parte. Rsrs.

          • Fabio Ilczuk

            Então eu sou o contraditório? Vc lê o que escreve? Sabe o que é uma pergunta retórica, sabe, como aquelas do início? Vc deve mesmo ser muito burro: “Quando fui perguntando sobre meus posicionamentos para tê-los negado e assim demonstrar não ser homem, na sua visão?”

            Eu digo quando. Não foi vc que embasou o seu argumento de que sou desonesto no fato de que os seus textos, segundo vc, em sua maioria não trazerem (ainda que implicitamente) seu posicionamento ideológico?

            Agora, salvo terrível engano, vc parece afirmar sustentar, sim, um posicionamento à direita na maioria dos textos neste trecho: “Minhas posições são minhas posições, e elas revelam um alinhamento à
            direita. Isso é óbvio, o haterzinho queria mais um desenho ao final de
            cada texto explicando? Ficará querendo, de qualquer maneira.”

            Relembrando o que eu havia dito sobre este texto seu e sobre os demais: “O seu texto é muito ruim, demonstra a fatuidade da sua mente deturpada,
            cheia de preconceitos e conclusões superficiais acerca de temas
            frívolos.
            Ao banalizar o tema direita x esquerda, que está presente
            em quase todos os seus péssimos textos, vc demonstra o quanto é em si
            mesmo banal. Vc não consegue fugir disso, aliás, tudo que vc é não passa
            disso: Banalização do conceito direita x esquerda.” Eu disse que o tema direita X esquerda estava presente em quase todos os teus textos…ora, alinhando-se à direita em seus textos, vc não está restringindo-o, ainda que implicitamente, a um alinhamento direita x esquerda?

            E relembrando o argumento com que vc pretendeu refutar as minhas alegações:”O tema direita e esquerda não está presente em quase todos os meus
            textos, tal afirmativa demonstra como você é desonesto e desqualificado.
            E ainda me chama de banal por isso. Mentiroso! Pegue cada texto meu
            aqui e conte um por um para NÃO chegar a este dado, otário. Você inventa
            um dado, totalmente alheio a realidade, e me chama de banal. Uhum, banalzão eu.”

            Então, acho que quem está precisando de desenhos para entender é vc, no final das contas. Chamou-me de desonesto por uma característica que atribuí à maioria dos seus textos (uma visão, ainda que implícita, à direita…sendo assim, ainda implicitamente, dentro da dicotomia direitaXesquerda…quer que eu desenhe?) e no final acabou assumindo possuir mesmo esta característica. Patético. Medíocre. Incoerente. Fátuo. Ridículo. (como escritor). E por aí vai…

            Não preciso embasar, não sou eu o “escritor” dos textos. Estou aqui comentando e dando minhas opiniões. Eu seus textos banais, pouco criativos, chatos, grosseiros, inexpressivos, incoerentes…quanto nos referimos a conceitos abstratos e subjetivos, como estes que citei, não precisamos embasar, pois não se trata de fatos concretos, ações, acontecimentos históricos, etc. Mas vc em seus textos deixa de se ater à necessidade , para um mínimo de seriedade e confiabilidade em seus textos, de embasá-los, já que muitos deles falam de fatos e não de conceitos. Não sei se vc conseguiu captar a diferença. Não sei se vc consegue captar alguma coisa. Parece-me que vc é apenas mais um daqueles seres tapados que só ouvem a própria voz e que vivem espalhando monólogos por aí. Este nosso “embate” é uma prova de que vc é incapaz de conceber uma opinião diversa da sua como válida (enquanto escritor). Caindo muitas vezes em contradições para tentar provar que está sempre certo.

            Eu, nunca me referi à sua pessoa…tudo que falo e os “adjetivos” que lhe atribui são na sua qualidade de escritor e com base em seus textos. Fora isso, não sei e não quero saber. Fora isso nada posso dizer sobre seu comportamento, suas ações, etc. Tudo que falo aqui é em relação ao “escritor” Fernando, e este me desagrada, e os textos deste ,e parecem fracos e de uma visão míope e monocromática. Da pessoa Fernando nunca falei, não me cabe falar ou julgar, pois nada sei. De resto, nada digo. Diferente de vc, que assegura que eu gosto mesmo de “tomar no cu”. Percebeu isso através dos meus escritos? Porque é a única fonte de conhecimento que tem a meu respeito, se não me engano.

            Agora, impressionam-me sobremaneira as tantas contradições suas, meu caro escritorzinho. Estou dizendo pela milésima vez que acho seu texto ruim porque pela milésima vez vc insinua que eu não o compreendi, não percebi que era um texto lúdico e blablablá…geralmente quando me questionam sobre algo eu respondo. E é o que estou fazendo. Isso me torna contraditório? Como? Em que mundo?

            Então vc não está tentando me provar que seu texto é bom? Aqui: “Meus textos têm mais que o mínimo de coerência, se me permite faltar com
            a modéstia, o que acontece é que nem todos que passaram por ele estão
            habilitados a entendê-lo. Infelizmente.” Aqui: “Você continua a não entender bulhufas, e segue tergiversando…Não entendeu uma contra-ironia, não captou a ludicidade do texto.” Aqui: ” Não entende, no enésimo comentário, a ludicidade já diversas vezes
            proclamada do texto, insistindo em entendê-lo como bem quer para
            proferir seus ataques juvenis contra alguém que discorda de você.”

            Seu texto é lúdico, sim, e daí? Nem por isso ele deixa de refletir um pensamento genuíno seu a respeito da realidade, como fica demonstrado em muitos dos seus textos (Marighella, Mujica, maconha, filme do José Padilha, etc). Ou seja, não há, a meu ver, nenhuma criatividade, nenhum valor minimamente literário em escrever um texto que reflete “ludicamente” aquilo que vc já apregoa, ainda que implicitamente, em quase tudo que escreve: A dicotomia (a seu ver) entre direita X esquerda. Perece-me uma forma maniqueísta e limitada de ver a realidade…que a meu ver é muito mais complexa e multifacetada. E não estou, pelo amor de jah entenda, me referindo a este texto “lúdico”, estou me referindo a todos os textos em que vc deixa claro pensar assim (já citei alguns deles acima e não me repetirei).

            Agora uma última coisa: Pode-se imputar o adjetivo de desonesto a uma pessoa que possua um comportamento desonesto de forma comprovada e contumaz. Do contrário é apenas uma opinião fátua e sem fundamento…uma tentativa de desqualificar alguém através da baixaria e da covardia. Mais uma vez terei de explicar a diferença entre adjetivos conceituais e concretos: Quando o chamo de mau escritor, isso é um conceito, um valor subjetivo. Eu posso gostar ou não do que vc escreve, como posso gostar ou não do que Hemingway escreve (isso não é um comparativo, apenas um ilustrativo). Mas a desonestidade é um adjetivo abalizado em atos de uma pessoa. Pois só é desonesto quem comete atos de desonestidade, compreendeu? Então, para me imputar esta característica, que não é subjetiva e carece de provas concretas para ser verídica, vc precisa de tais provas. Do contrário não passa de uma calúnia infundada, não concorda?

            Portanto creio que além de tudo vc seja um caluniador barato…a não ser que consiga provar a minha desonestidade, objetivamente.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Energúmeno, você é burrinho pra caramba, e desonesto sim, por diversos motivos que qualquer um ao ler este papo verá. O primeiro é pela tentativa constante de causar confusão entre afirmativas minhas, suas, o que disse, o que não foi dito, interpretando livremente, bem livre mesmo, aquilo que falo, para seu bel prazer e ajuda na sua argumentação idiota.

            Não preciso nem gastar mufa pra mostrar não a você, pois jamais se viu um desonesto intelectual reconhecer-se como tal, mas para demais leitores, tua desonestidade. E a propósito, gastou palavras a vera pra explicar o que é desonestado na sua visão torpe, como se ninguém tivesse dicionário em casa, aliás, costume repetido, e demonstrou não saber exatamente o que é principal nessa questão: desonestidade intelectual. Se não sabe, o termo em si, “desonestidade intelectual”, exprime um sentido único e interessante, maior que a simples junção de palavras.

            Está aí, todo pimpão, achando que num dado momento neguei meu posicionamento e agora assumi. Me citou ainda para provar. Ledo engano. Nas citações vemos que afirma que na MAIORIA dos meus textos levanto a temática “direita x esquerda”, pendendo para a direita, meu lado. Não faço isso. Nos textos sobre política e afins, minhas posições aparecem, claro, mas estes não compõem a maioria do meu trabalho. Pegue meus 168 textos publicados aqui na Feedback e nos entregue a estatística. Maluco que é, cita textos meus de uns meses pra cá, ignorando que nesses mesmos meses falei de outras coisas. Mas para dizer que me contradigo, que afirmo agora que tenho posicionamento de direita que antes não afirmava, você precisa, primeiro, provar que a maioria dos meus textos são nessa linha, como diz. Pois o que eu disse no primeiro momento foi que não são, e agora no último comentário disse que nos textos que são (dessa linha), minha posição é clara. São duas afirmativas distintas, animal.

            Estou aqui a explicar o “bê a bá”, que uma interpretação de texto séria resolveria, o que nos leva a pensar que ou tu é burro demais para isso ou desonesto intelectual mesmo. Só escolher.

            Provar sua desonestidade? Tenho 168 textos aqui, você leu uns 10, quando muito, e afirma que a maioria é de temática “direita x esquerda”. Quer mais desonestidade que isso?

            Te dou. Dos poucos textos que leu e citou aqui, imputando à minha pessoa e apontando banalidade da minha visão, um nem é meu. Quando cita meus textos neste último comentário, diz que um é sobre o “filme do José Padilha”. Se procurarmos por José Padilha na busca deste site, somente um texto virá, este: http://www.feedbackmag.com.br/robocop-mais-um-libelo-de-jose-padilha-contra-a-policia/, e, voilà, ele NÃO é meu.

            Que desonestidade é maior do que dizer que o outro disse aquilo que não disse?

          • Fabio Ilczuk

            Cara, como vc consegue juntar este monte de lixo e supor que ele faz algum sentido?

            Vejamos: Eu sou desonesto por não apontar dos teus 168 lixos a maioria que expõe esta porca e limitada visão direita x esquerda, foi o que vc disse.

            Pois bem, mostre-me o teste de QI que aponta a minha pouca capacidade intelectual, já que me chama de burro. Aliás, o que, na sua sapiente visão, vem a ser uma pessoa burra? uma pessoa que discorda de você? ou estes comentários seriam uma tentativa baixa de me desqualificar, pelo fato de eu não estar dizendo amém aos teus textos de merda?

            Eu li uns 20 destes amontoados de merda que vc tenta fazer passar por texto e deles tirei um percentual de mais ou menos 70% com claras tendências míopes a ver o mundo daquela forma já dita e repetida…isso me autoriza SIM a fazer uma projeção com relação ao total dos textos, isso se chama amostragem. Se quer me fazer passar por desonesto por tomar tal atitude, então comece por desqualificar a maioria das pesquisas de opinião, que como o que fiz, são por amostragem. vc sabe o que vem a ser uma pesquisa por amostragem?

            Se vc não consegue enxergar que se manifesta sempre à direita em seus textos (maioria deles) e que isso fica óbvio (pelo menos pra mim, e como expliquei, isso é interpretativo) então eu não posso fazer nada.

            Não vou me rebaixar ao seu nível, já que tudo que vc sabe fazer é tecer inverdades, calúnias, impropérios, absurdos, fatuidades, consegui organizar mal e mal em algo que de muito longe lembraria um texto muito deformado e posta por aqui.

            Disse e repito que o seu texto é fátuo por pisar e repisar de forma teoricamente “lúdica” o que vc já diz e repete de forma teoricamente “séria” na maioria dos outros textos.

            O texto sobre o filme do José Padilha não é seu? Meu deus, isso faz de mim um cara desonestíssimo, que farei a partir de agora??? Tenha a santa paciência…qual a sua idade mental? eu achei por um momento que haveria pelo menos um certo nível de discussão aqui, mas se vamos voltar ao jardim de infância em que vc vai apelar pra raciocínios simplórios como este, não há como, eu me nego a isso…nego-me a contraargumentar um disparate como esse.

            Interpretar livremente é um direito meu, e o exerço. Aliás, vc recorre a estas “livres interpretações” em muitos dos seus textos. Cito um exemplo: em um texto seu o senhor diz que a morte de Marighela não foi assassinato…esbraveja contra o morto, bravateia, profere frases de efeito e palavras de ordem contra o “desordeiro” dizendo inclusive que sua morte foi justa: “Carlos Augusto Marighella, antes político, posteriormente guerrilheiro
            cruel e sanguinário, foi julgado, condenado e teve sua pena executada
            pelo policial que o matou, no curto espaço de um tiro. Pena de morte!
            Jamais no país um processo penal tramitou com tamanha celeridade.” palavras suas.

            Ora, Ora…não há em seu texto nenhuma referência a fatos históricos que corroborem estes ataques, aliás não foi um tiro, ele foi metralhado, como pode ser facilmente verificado em imagens no google, para não ir além. O senhor não se apoia em fontes, como teria feito um colunista sério, não desenvolve ao menos um raciocínio assertivo, argumentativo. Apenas tacha o sujeito como vilão, posta e dispara: era culpado, merecia morrer!

            Interessante raciocínio. porém, o Brasil assina uma coisinha que se chama Declaração Universal dos Direitos do Homem. Neste documento consta que TODO cidadão tem direito, quando acusado, a uma defesa. direito a um julgamento público. e TODOS temos direito a sermos considerados inocentes até que se prove, legal e publicamente, nossa culpa. Ao tecer aqueles comentários o senhor se ateve a estes detalhes?

            Interessante que uma pessoa que pisa desta forma em uma Carta Universal da qual o Brasil é signatário me acuse de “livre interpretação”, isso para dizer pouco sobre sua interpretação do fato de alguém ter sido metralhado à traição ser uma manifestação de justiça. no mínimo uma interpretação interessante da palavra justiça, foge um pouco ao preconizado pelos cânones, mas tudo bem.

            E ainda vem vc me falar de interpretação séria? vc? com qual qualificação?

            Vejamos outro exemplo, em outro “texto”: “casa, comida e roupa lavada. Naquele texto o senhor qualifica um “bando de arruaceiros” que vão pleitear, segundo sua livre interpretação, casa comida e roupa lavada em frente à Prefeitura do Rio. Nele o senhor utiliza uma série de qualificadores pejorativos (para dizer o mesmo) no intuito de caracterizá-los: Nariz escorrendo, filhos em abundância, inatividade profissional, lassidão, etc. O interessante é que eles não fizeram senão exigir um direito que, para bem ou para mal, lhes é assegurado (hipoteticamente) na constituição do nosso País. Já que em seu Artigo 6º nossa Carta Magna assegura a todos os brasileiros o direito a uma Moradia Digna. Ou seja, são vagabundos por lutarem por seus direito, pois bem…parece ser a sua opinião, ou melhor, sua livre interpretação.

            Naquele mesmo texto, o senhor cita a “balbúrdia” de cerca de 5 mil sem-teto que teriam invadido um prédio ABANDONADO da OI, e tece também a eles uma série de elogiosos comentários. Outra coisa interessante é que o senhor, para defender os detentores do capital, arvora que aquele prédio tem dono, ora bolas. Sim, provavelmente.

            Porém, devo lembrar-lhe de que a propriedade continua sendo assegurada pela Constituição (Art. 5) como direito fundamental DESDE QUE CUMPRA SUA FUNÇÃO SOCIAL. Oras, um prédio abandonado está cumprindo a sua função social? Qual seria? E mais: O Código Civil proclama em seu Art. 1.228, parágrafo 1º que “O direito de propriedade deve ser exercido em consonância com suas finalidades econômicas e sociais…”. Mas parece que o senhor não “interpreta” desse jeito, não é? Pois naquele texto o senhor defende efusivamente o “direito da propriedade” por parte dos donos do imóvel em questão, mas se esquece destes artiguinhos que lhe citei agora.

            Interessante seu ponto de vista sobre o mundo, ao não respeitar os princípios básicos das Cartas Magnas assinadas pela nossa nação em seus textos. Mas claro, são suas brilhantes interpretações acerca de tais documentos que o autorizam a isso, não é? afinal, nesta última resposta o senhor me deu belas aulas de interpretação de texto. Chega a ser hilário.

            Agora espero ter demonstrado em definitivo o quão fúteis e fátuos são estas porcarias de textos que o senhor tem a coragem de assinar e tornar públicos.

            Disponha pela lição de Direito por parte deste burro aqui.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            Resumo rápido do comentário que chama de aula e acredita ser a prova cabal de como meus textos são fúteis e fátuos:

            - Deve ter sido realmente difícil ignorar as comprovações lógicas para a afirmativa de que é desonesto intelectualmente, ou que pelo menos o é aqui, em suas acusações contra mim, e seguir em frente abrindo novas frentes para debater.

            - Já não são 168 “lixos”, são 172. O mundo gira e o trabalho continua, enquanto você estuda para vir tentar me encher o saco, se enganando que faz um grande trabalho. És meu gari, continue a catar o “lixo” que escrevo.

            - Teste de QI para afirmar sua burrice? Aff…

            - Recorreu a amostragem para ignorar a proposta de estatística real para os meus textos, hum… Mas se leu os meus últimos 20 textos, viu que 10 deles nem passam perto da política (o de frases raspa sem querer), então esses 70% são fakes também. Isso ainda a considerar que os que abordam política trafegam pela linha “direita x esquerda”, e nem é o caso.

            - Texto do Marighella: A pena foi executada no curto espaço de um tiro, ou dois. Que seja, o ponto não é esse. É um texto reativo, a propósito. O ponto também não é declaração universal qualquer, não dialogo a respeito no texto, não a cito, é apenas: “Quem vive pela espada, morre pela espada.” Qualquer leitor sadio percebe.

            - Sobre citar fontes: o faço quando julgo necessário, incomodados que estudem por si.

            - Sobre “livre interpretação”, e ainda sobre a forma, no geral, com que tenta argumentar, alguém já havia lhe explicada há tempos: “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é.”

            - Sobre minhas posições políticas: são mais claras que pele de albino. Anda em círculos aos supostamente denunciar algo a respeito.

            - “Não vou me rebaixar ao seu nível”, sei, até parece; certamente sou quem faz isso, a cada resposta a você desde que pintou por aqui com xingamentos. Minha paciência é cristã, fazer o quê, mas tem fim, acredite.

            - Sobre o texto do “filme do Padilha”: Confesso que ri do seu comentário em relação ao erro, que veio em formato de desonestidade intelectual, ao usá-lo como argumento. Sério, ri mesmo, foi um esforço grande para revertê-lo, de alguma forma, a uma simploriedade da minha parte. Mas, infelizmente em vão. Está tudo bem claro aqui.

            - Falou – pior, escreveu – “detentores do capital”, matou a seriedade de cara.

            - Sobre os adjetivos direcionados às crianças que estavam a tira colo em frente a Prefeitura do Rio: foram calculados exatamente para a reação que você teve. Implico mesmo, se não percebeste, mas sempre com um fim crítico. Obrigado por atestar a eficiência da tentativa.

            E, por fim, sobre o aspecto jurídico do caso, que, imagino, foi ao analisá-lo que encheu-se de soberba para dizer que deu aula: Se acha mesmo que foi aula, compile os argumentos e mande-os ao juiz (a) que determinou a retirada dos invasores do prédio. Trate com ele, será mais adequado, abuse das citações da Constituição, lembre-o da função social que deve ter a propriedade, tudo que tiver direito. O fulano, ou fulana, certamente deve ter se enganado. Ou mesmo não ter o conhecimento que tens. Vai saber. Aproveite e mande ao JN, ou à Folha, Estadão, O Globo, anywhere, uma carta aberta ao povo brasileiro, como fez o PT certa vez, e avise-os, convocando-os, de que devem ir às ruas pedir por uma casa própria, e que só saiam de lá quando conseguirem – se não tiverem uma ainda, claro. Honestidade em primeiro lugar.

            Realmente, hilário.

          • Fabio Ilczuk

            Não é nada disso. “quem vive pela espada, morre pela espada”. neste texto vc claramente conclama a justiça em seus argumentos (fracos, aliás). diz claramente que houve justiça mais de uma vez. e eu contra-argumento que estás utilizando uma “livre interpretação” da palavra justiça…não vejo onde vc rebateu ou refutou este argumento. vai apelar ao “lúdico” novamente? seria muita covardia sua!

            Não estou abrindo novas frentes (neste ponto é difícil não te chamar de burro), estou demonstrando o que tenho dito desde as primeiras intervenções minhas, ou seja a vanidade, fatuidade, fragilidade e falta de criatividade de seus escritos…isso é o que tenho dito aqui desde o primeiro momento. como então estou abrindo novas frentes? está tão desesperado pra me desqualificar que vai prescindir da obviedade deste fato?

            No texto dos sem-teto novamente volto a contra-argumentar sobre a falta de coerência por vc, douto, apontar uma infração e defender (tenho que transcrever o trecho aqui?) os donos do prédio. vc embasou seus argumentos (fracos, aliás como sempre) no ato ilegal dos invasores e defendeu o direito de posse dos donos, acaso não foi isso? eu apenas novamente demonstrei a fragilidade deste seu argumento maniqueísta e míope. se eles são acusados de ilegalidade, por que não os donos do prédio, já que a lei, como citei, veda a propriedade que não atenda sua função social e produtiva? no mínimo, se assim o fosse, tal prédio não teria sido invadido. era a conclusão lógica a que meu raciocínio claramente levaria, mas acho que vc não percebeu.

            Na parte em que cito que vc classificou as pessoas sem-teto que estavam reivindicando moradia em frente a prefeitura, vc claramente as chama de ranhentos, desocupados, vagabundos e ainda termina o texto mandando-as voltar para o lugar de onde vieram, não foi isso? eu apenas argumento que é interessante a sua interpretação da índole das pessoas que estava lá reivindicando um direito que a Constituição lhes assegura, mas acho que isso vc também não percebeu.

            Em nenhum momento eu fugi do que tenho afirmado aqui desde o princípio. abordei estes textos que, na minha opinião, tentam, ainda que discretamente, reduzir situações as mais diversas a essa dicotomia direita x esquerda. em todos estes casos que citei há esta dicotomia. há os herois detentores de prédios e casas sendo acossados pelos miseráveis vagabundos e bandoleiros que só querem viver às custas do governo. ou seja, direita x esquerda.

            E mais, demonstrei como seus argumentos são falaciosos…pois vc recorre à justiça com o sentido que bem entender, dando-se a liberdade de utilizá-la em um contexto em que ela, como demonstrei, não cabe. esta justiça olho por olho, ou lei da violência é torpe, baixa, vil, imoral e qualquer cidadão de bem deveria repudiá-la desde o primeiro momento. nós, seres humanos, somos mais do que o que esse lixo de texto seu (sobre o marighella), em que impera a lei do revanchismo, do olho por olho, da violência como tribunais e legisladores, supõe que sejamos. mas acho que isso também é desonestidade minha, não é? tudo é desonestidade minha, vc não escreveu nada nisso.

            Então os adjetivos às crianças visavam a um fim crítico? e quando vc diz que os desocupados que invadiram o prédio em questão teriam feito aquele exército de ranhentos durante os dias da ocupação isso era também visando a um fim crítico? quando vc os chama de vândalos também é visando a um fim crítico? quando vc os manda voltar de onde vieram também é visando a um fim crítico? afinal devem morar em mansões no leblon, não é? quando vc, como sempre, banaliza descaradamente um tema que é muito mais profundo, tendo inclusive raízes históricas é também visando ao um fim crítico?

            Seu texto é banal e superficial, aborda o tema com olhar presunçoso e prepontente de que, como sempre, detém a verdade absoluta, não é mesmo? mas não é, não. ao insinuar que estas pessoas são desocupadas, que em vez de estarem procurando emprego estão fazendo badernas gratuitas e vandalismo descontrolado, vc incorre em um “erro” que atribui a mim…vc foi lá e analisou caso por caso das pessoas em questão? atestou, comprovou que eram vândalos e vagabundos? então com base em que afirma isso? sua intuição aguçada?

            Pois bem, são duas merdas de textos ilógicos, arrogantes, mal elaborados e falhos…tremendamente falhos em seus ditos “argumentos”

            O que comprova aquilo que tenho dito desde o começo sobre suas poucas, quase nulas, “qualidades” como escritor.

            Escritor nada, é apenas mais um caluniador descarado mesmo.

          • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

            “Quem vive pela espada, morre pela espada”. Isto, para mim, principalmente na aquela época, é justo. Ok?

            Comentou dois novos textos (um não novo), abriu novas frentes de debates sim, visto que apesar de seu intento ser demonstrar como sou raso, são dois textos que tratam de outros temas distintos ao deste aqui, lúdico e sobre a dicotomia “direita x esquerda”. E ainda a considerar o rumo que os comentários haviam tomado.

            Sobre as perguntas bundas moles em relação as crianças: sim, tudo com fim crítico. Paciência se não acha ou percebeu.

            Enfim, vou continuar a caluniar violentamente tudo e todos por aqui, e continue com as suas resenhas dos meus textos. Acho legal. Apesar de continuar achando que seria mais produtivo você escrever à carta ao Juiz (a) e ao povo brasileiro.

          • Fabio Ilczuk

            Sinceramente, Fernando sei lá de que…é tolice continuar com isso. Não concordo com seus textos, conforme já disse e repeti, porém assumo que minha abordagem neste espaço foi feita de forma arrebatada e excessiva. Dar continuidade a isso foi uma atitude incoerente da minha parte…dentro do que primeiramente eu me propunha. Realmente, suas opiniões colidem frontalmente com as minhas sobre uma visão do mundo e tudo o mais, creio. Porém, deixo claro que respeito muitas de suas atitudes e deste espaço…e não poderia deixar de manifestar isso aqui. Apenas o fato de haver este espaço para intervenções já é algo louvável, também o fato de vc dar sua opinião, afinal sem troca de informações e opiniões não é possível haver democracia.

            Exaltei-me em alguns momentos durante estes embate, e creio que não foi a atitude correta. Eu deveria ter dado minha opinião e ponto…isso teria sido suficiente. Sou uma pessoa cujas tendências e orientações ideológicas (se é que podemos chamar assim) são de esquerda em alguns pontos, mas isso não é uma norma intransigível em minha vida…o fato de as pessoas tentarem traduzir todos os fatos e acontecimentos da vida a partir de visões direita x esquerda me enfurecem muito e acabei me excedendo ao tentar defender este meu ponto de vista aqui e imputá-lo a vc.

            Ultrapassei o ridículo em alguns momentos, é certo. Mas paro por aqui. Retiro (pouco, ou nada conta, mas o faço) aqui toda e qualquer declaração pejorativa que tenha sido direcionada (ou assim pareceu) à sua pessoa. Continuo não concordando com muito do que vc escreveu e escreve, mas a leitura de seus textos me foi, de uma forma ou de outra, produtiva no fim das contas.

            De resto, dividimos o mesmo solo e nos aproximamos de um momento eleitoral…não há melhor momento para abrir e propor debates saudáveis e civilizados e por eu não ter sido exatamente “urbano” em muito do que expus aqui e da forma como o fiz, peço, para todos os efeitos, desculpas.

            Enfim, não quero prosseguir com isso…entenda como quiser.

  • matheus

    Sei q e um texto irônico mas pq sbt e band sao d direita?

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Boa pergunta, Matheus. Era mais certo que qualquer emissora do país ficasse mais à esquerda, rs. Mas veja, certamente ambas são mais a direita do que a totalmente progressista Globo e a Record, atualmente governista através da IURD.

      Das poucas pessoas públicas que conhecemos e que tem postura política clara à direita, Rachel Sheherazade e Danilo Gentilli se destacam. Ambos hoje do SBT, só que Danilo, até ontem, era da Band, com total liberdade de expor o que pensava no seu programa.

      E o SBT ainda tem o Paulo Eduardo Martins, o melhor e mais direitista jornalista que temos na TV atualmente.

      Foi mais ou menos por esses motivos o enquadramento.

      Abs!

  • D.

    Parei na parte: “nenhuma revista vinculada no país é de direita”.

    Desculpa a sinceridade mas… vai ser burro assim lá longe!

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Agradeço a sinceridade, é importante. Mas você queria que eu .considerasse a Veja à direita? Isso seria negar o conhecimento que tenho do assunto.

      Argumentei sobre isso acima, com outro leitor que me arguiu, mais educadamente, sobre o mesmo ponto. Mas repito: comparado ao esquerdismo das revistas citadas, e mesmo considerando cruamente os pólos políticos, a Veja não é de direita. Mas com certeza não é de esquerda também, então poderia classificá-la, com esforço, na centro-direita.

      E veja bem, me refiro a revistas de grande circulação. Não fosse esse critério, temos a Revista Vila Nova como um veículo claramente com um pegada direitista. Dá uma olhada no site dela e note a diferença para uma Veja da vida: http://revistavilanova.com/.

  • Douglas Eduardo

    Zoar é de direita, humilhar é de esquerda rs

  • Romer Hudson

    Arrependido de ter perdido meu tempo nesse artigo de lixo. O foda da liberdade de expressão é dar autonomia a formadores de opinião como vc, Fernando, pra enfiar besteira na cabeça do povo.
    Engraçado que você rebate o argumento de que esses rótulos reduzem as discussões. E como vc faz isso? REDUZINDO A DISCUSSÃO. Como se pra entender o que é direita e esquerda é somente necessário saber a diferença entre cerveja e cachaça. PQP!
    É a famosa arte de comparar o que é incomparável, de dualizar o subjetivo.

    Acho que o obituário do jornal tá mais interessante que esse blog de piada.

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Pô, legal, vai ler obituário então.

      O texto é claramente lúdico e brinca com a questão, desde a primeira linha. Se não entendeu isso, sinto muito. Mentira: não sinto não.

  • Thiago Amaral

    Não me lembro exatamente como cheguei aqui, só sei que começou devido à discussão neto último texto (House of Cards com dublagem PT-HUE). Enfim, gostei do. Até concordo com a maioria que escreveu. Algumas achei exagero. Só não entendi mesmo o porquê de futebol ser direita e basquete esquerda… Até entendi a associação do MMA e hóquei como ‘esporte de macho’ e tênis como ‘de elite’. Mas… E o basquete? É coisa de pobre? E vôlei de ‘afeminado’? Sério, não é ironia. Realmente não estou certo se entendi…

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Cara, posso inventar justificativas agora, mas a verdade é que dois anos depois não lembro exatamente qual foi meu sentimento ao escrever e enquadrar Vôlei e Basquete na esquerda. Decerto não é um texto para ser levado tão a sério.

      Chute: Talvez por ser o boxe um esporte mais dos negros e o Vôlei… Bom, deve ser ter sido por isso que escreveu.

      E sobre o tênis, te convoco urgentemente a rever seus conceitos. Não tem nada menos “de elite” do que a direita, a verdadeira. Na verdade, como já citei nesse texto, ricos hoje são de esquerda. Buscam ter “consciência social” e tudo mais. PSOL é um partido que simboliza bem isso, a nova esquerda, cheio de almofadinhas. A retórica trabalhista do PT já está até velha – e não é de hoje.

      • Thiago Amaral

        Sim, entendi. Tudo. E também concordo que o PSOL é, se não todo, quase, de ‘almofadinhas’. E quando citei o tênis como sendo de ‘elite’, foi pensando no inconsciente coletivo de ambos: tanto a respeito do esporte quanto da tal elite.
        Mas beleza, entendi o tom do texto. Como disse até gostei. Não o estava levando a sério nem nada. Só fiquei em dúvida mesmo.

        • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

          :)