A Doença do Lula

A Doença do Lula

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Na sexta-feira, 04 de março de 2016 após ser ouvido em Congonhas o ex-presidente Lula falou com repórteres no que ele chamou de “coletiva de impressa”, mas que na verdade não passou de um “comício via imprensa”. Na oportunidade, Lula, desfilou arrogância, prepotência, soberba e alguns sinais da doença que o aflige: esquizofrenia.

 

Lula, acredito eu, pensa que está falando para uma plateia de idiotas. O ex-presidente acha que todos os brasileiros tem a inteligência mediocre da sua militância. O sarcasmo ao afirmar que era “só” ser convidado a depor que iria, isso depois de ter articulado outras vezes para evitar ir a justiça prestar esclarecimentos, ultrapassa os limites da decência humana.

 

Ao acusar “a elite” de querer destruir sua imagem e a do PT, ele acaba se esquecendo – partindo da linha da melhor hipótese – que o esquema criminoso do qual é investigado tem como cúmplices donos das maiores empreiteiras do país. Ou seja, o Sr. Lula esteve em conluio com “a elite” do país no maior assalto aos cofres públicos da historia do Brasil. E nem vou citar que os banqueiros, outra “elite”, nunca lucraram tanto quanto na Era PT.

 

Lula do alto da sua imoralidade terceiriza a culpa da incompetência da presidente, criada por ele a sua imagem e semelhança, para “as elites”, que segundo ele, não a deixam a governar. Dilma jogou o país no fundo do poço, político e econômico, por culpa da sua inabilidade administrativa, protecionismo a membros da sua facção criminosa, arrogância, e o pior de tudo: iniciativa. Uma combinação explosiva em qualquer área de atuação, seja publica, seja privada.

 

Outro momento que ex-presidente mostra claros sinais de distúrbios mentais é quando afirma ter sido [sic] o melhor presidente da história deste país. Lula vive num universo paralelo, discursa como se tivesse em campanha eleitoral, num terreno o qual se julga imbatível, outro sinal da doença.

 

O investigado fala como se falasse para todos os brasileiros, um claro indício do estado avançado do mal que o aflige – vale lembrar que quando a Alemanha colocou um doente no poder, carregou um mundo inteiro para uma guerra –, sendo que seu discurso só tem eco dentro da militância religiosa do seu partido.

 

Por fim, espero que ele aproveite seus últimos dias de liberdade; que possa ver o fim de sua era de corrupção, imoralidade, impunidade e de uso indevido da máquina pública; que ele acompanhe com olhos atentos o fim do governo Dilma, o fim do seu partido e, veja em vida, o fim do “mito Lula”; que sua biografia seja jogada na lata de lixo da história.

 

E, acima de tudo, entenda de uma vez por todas que nunca passou de um palhaço, só que agora sem plateia.