10 verdades sobre a beleza humana

10 verdades sobre a beleza humana

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Para longe com aquele papo relativista de que beleza é subjetiva e pronto e acabou, como se qualquer análise estivesse impedida e aqueles não listados nos perfis “belos” fossem se sentir oprimidos – que se sintam, não é de minha conta.

 

1. Tem gente que é bonita, tem gente que é feia, mas pior é quem era para ser bonita e é feia. Tipo loira de olhos azuis, mas baranga que dói. O mesmo se aplica aos loiros que, ao invés de charmosos, são azedos. O famoso “branco azedo”. Existem muitos nesse perfil, sei que o leitor conhece algum.

 

2. A beleza de uma mulher é, pelo menos, 50% dependente de seu cabelo. Por isso os chamados “Salões de Beleza”, que na verdade só cuidam dos fuás da galera e, de repente, de pés e mãos, se proliferam como mosquitos. Não há corpo malhado que salve uma mulher de cabelo desgrenhado ou com corte desalinhado ao seu rosto.

 

3. Nem toda criança é bonita, falemos a verdade. Bebês, em sua maioria, são “estranhos”. Crianças são, aí sim, engraçadinhas. Nisso concordo, é traço natural das menores idades. Qualquer coisa que um pequeno faz é “bonitinha” (por ser nova e diferente de como os grandes fazem), mas ele em si não é belo, não por isso. Agora, os nossos filhos sim, independente da cara de joelho que tiverem, e eles sempre têm quando bebês, são lindos!

 

4. Uma das grandes verdades sobre a beleza feminina é a máxima de que ruivas são belas. Não tenho, e ninguém honesto há de ter, como negar o caráter de especialidade das ruivas, que as tornam belas por padrão. Elas estão em falta no grande mercado da humanidade, são artigos de colecionador, raridades, quem as encontrar, quererá para si, é normal. E não pense você, moça do cabelo vermelho, que me refiro a ti. Pintar o cabelo de vermelho não confere a mulher alguma o devido status estético que possuem as ruivas, tirem seus cavalos da chuva. Já os ruivos, bom, são feios – a regra não se aplica a eles porque mulheres tratam toda essa história de maneira completamente distinta e raridade ou não pouco importa à elas.

 

5. Uma mulher pode ser feia por muitos motivos, os comuns são: sobrepeso, cabelo mal tratado, pés e mãos estranhas, traços “grossos”, ser “sem sal” ou uma tábua; mas um outro motivo que nos gera uma sensação de feiura e que está além dos aspectos físicos é a postura. Digamos que a postura de uma mulher, depois dos “50% do cabelo”, é pelo menos mais “30%” do layout dela. Não dá para simpatizar, de cara, com uma mulher que anda de cabeça baixa, que não demonstra confiança em si (postura ereta e altiva passa a sensação de confiança no “produto”) e, com isso, não se vende como bonita. Realmente, não a acharemos como tal. Se você quer ser bonita, pareça uma pessoa bonita. Pessoas bonitas não andam cabisbaixas porque não temem a vida, a beleza, afinal, facilita qualquer coisa.

 

6. Nenhum homem é mais bonito do que o que sai de sua boca. Mulher bonita e burrinha, ok, estamos acostumados. Entra aí aquele machismo nosso de cada dia, que aceita uma parceira com apenas metade do pacote (tem corpo, mas não tem cérebro), mas as mulheres não deveriam jamais se igualar a nós. Um homem bonito é, ou deveria ser, aquele que além de boa aparência, tem bom papo, que vai além do que apenas explicar qual é a sua série na academia e como fez para “crescer” mais rápido. Mulheres, sejam melhores do que nós, não aceitem homens com apenas metade do pacote!

 

7. Olha, não é porque sou alto, mas, temos que concordar com uma os coisa: homens altos são mais bonitos. Ou mais charmosos, se me exigem maior precisão. Não há nenhuma oposição entre baixa estatura e beleza, mas é bem verdade que, se você é homem e gosta de mulher, é interessante ser mais alto que a maioria delas. Um homem, via de regra, deve ser o ser humano de maior estatura na relação. Isso gera a sensação de proteção que TODA mulher tanto necessita – e que toda feminista nega, ou seja, mente. Imagine um casal onde a mulher é a mais alta. Imaginou? Se sim, bateu-lhe a sensação de estranheza que é suficiente para servir de prova a esta verdade.

 

8. Existe um meio termo entre ser gorda e ser magra que é, na verdade, o perfil que atende a maioria dos homens. Poucos são os que curtem as gordinhas, muitos são os que apreciam as magras, sabemos, mas a maioria esmagadora gosta daquelas que seriam as “gostosas”. Para o mundo/mercado da moda, as gostosas (não necessariamente as malhadas, é possível não ser “durinha” e ainda assim gostosa, uma gostosura natural) são gordas, o que é um absurdo. Não pactuo com a demonização que se faz daquelas que não são magérrimas, pois estas, senão gordas, são as mais belas diante do gosto da maioria da população (do mundo?).

 

9. Genitálias não são bonitas. Pênis e vagina foram feitos para uso e não contemplação. Uma fenda, um falo, nada demais. E são parecidos demais entre si, inclusive, não nos diferencia como rosto, cabelo, bunda. Entendo como vulgar, portanto, o desejo moderno pelo nu frontal, principalmente masculino (que está meio na moda), e imagino que as mulheres concordem comigo. O tal “instrumento” não é comumente conhecido por cumprir a principal característica daquilo é belo, despertar o desejo de observação, mas sim por preencher alguns outros requisitos.

 
10. Quando o assunto é beleza, menos realmente é mais. Qualquer excesso é um empurrão à feiura. Note, por exemplo, as pessoas com tatuagens demais ou que tem o rosto coberto de piercings. Você olha para elas e pensa que exageram um pouco. Algumas tatuagens e alguns dois piercings, nos lugares certos, são adendos, uma coleção deles é Halloween fora de época. Com alargadores acontece o mesmo. Um alargador “modesto” é um charme a mais no seu rosto, um pequeno detalhe que chama atenção, mas se você aumenta de alargador como troca de roupa, ganha um senhor rombo na orelha e um belo motivo para não repararem em mais nada quando te veem. Se tinha alguma beleza, esquece, não será notada.

Fernando Henriques
Idealizador e editor desta revista, Fernando Henriques é um consumista informacional. Formado bacharel em Ciências da Computação, encontra na Comunicação um elo natural. Viciado em séries, filmes, rock, MMA, política e desafios.

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  • Cida Santos

    sensaciona ( não aceitem homens com a metade do pacote) essa foi demais muito boa rs belíssimo texto excelente. Polemico mais é válido.

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      A polêmica é a minha casa.

  • Ricardo Martins

    sempre achei bebês feios, rs, são bizarros…..só quando crescem e viram crianças é que ficam engraçadinhos (ou não, claro, pois não faltam crianças feias)…

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Bando de cara de joelho!

  • Douglas Eduardo

    É bom saber que não só eu acho que bebês são todos iguais e estranhos; crianças não.

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Nem todos.

  • Thaylan Granzotto

    Excelente texto, parabéns !

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      A gente faz o que pode. ;)

  • Clarissa Mac

    Gente… sei lá… concordei com muito pouco. Não acho ruivas bonitas, a pele geralmente sofre demais com qualquer luz branca, nem precisa ser do sol… nem todo mundo curte mulher bonita e burra, conheço muitos homens que não têm paciência, ao passo que muita muita muita mulher se liga no cara só porque é bonitão ou porque tem grana, não importa o quão idiota ele é… não se iludam, muitas são piores que a média dos homens. Outra, não acho homens altos necessariamente mais bonitos, ter 1,95 e ser desengonçado é péssimo, muito homem de 1,70 é muito mais gracioso… e acho falos bonitos. Não, definitivamente não são todos iguais e sim, faz diferença se é bonito ou feio.

    • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

      Bom contraponto sobre os falos.

      • Clarissa Mac

        Ainda existe discordância civilizada sobre a face da terra. Abs.

        • http://www.feedbackmag.com.br Fernando Henriques

          Sim, em alguns poucos redutos existe e aqui é um deles. :)